"Quando você chegar ao seu futuro, vai culpar o seu passado"? (Robert Half)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Mito da Caverna



Imagine um grupo de pessoas que habita o interior de uma caverna subterrânea, estando todas de costas para a entrada da caverna e acorrentadas, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro.

Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este “teatro de sombras”. E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe.

Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. E o que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro?

Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede.

Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; é a única verdade que existe; é a realidade. Por fim, acabam matando aquele que retornou para dizer-lhes um monte de "mentiras". Platão, República, Livro 7

(adaptações: Paulo A. Duarte - Professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina)



REFLEXÃO:

Por meio desta parábola, relatada por Platão, podemos refletir um pouco acerca do que entendemos por realidade.

=> Será que a realidade em que vivemos, não passa de “sombras” que se apresentam na nossa frente?

=> Será que nossas verdades se resumem apenas ao que percebemos com nossos cinco sentidos?

=> Não seria apenas aparência?

=> Quando acreditamos apenas no que conseguimos ver, ficamos dentro das muralhas de nossa existência, de nossos sentidos, percepções, conceitos e preconceitos. É uma espécie de prisão, escreveu Platão. Precisamos tomar cuidado para não aniquilarmos prematuramente o que ainda não vemos. Pode ser que se perca uma ótima oportunidade de ampliar nossos conhecimentos. Acreditar nas "sombras" é um péssimo hábito que, infelizmente, está muito presente também no mundo de hoje.

Platão viveu em Atenas - Grécia entre 428/427 e 348/347 a.C

Abram a mente!!!

De início, já quero deixar bem claro que esse post são para as pessoas que tem a mente bem aberta, e para aqueles que pretendem abrir sua consciência. Não leiam aqueles que não tiverem a mente aberta.

A História do Homem no planeta Terra, isto é, tudo aquilo que se sabe atualmente, e que por sinal é bastante escasso, abrange um período de tempo que remonta há apenas 5 ou 6 mil anos.
Evidências cada vez mais insistentes apontam todavia, aqui e ali, a trajetória humana como sendo muitíssimo mais antiga, desde épocas que transcendem até mesmo a imaginação, forjando, assim, uma necessidade imperiosa quanto ao procedimento de urgentíssima revisão nos nossos tratados convencionais.
É bem verdade, contudo, que na maioria das vezes, a História clássica trabalha com suposições porquanto tudo aquilo em que se baseia deva ser reconstituído a partir de inscrições, relatos esparsos de antigos historiadores itinerantes, ou até mesmo lendas e tradições; elementos estes, por vezes, pouquíssimo confiáveis.
Os grandes arquivos referentes à civilização humana, ou seja, precisamente aqueles que diziam respeito aos períodos anteriores àquilo que se conhece, como já dissemos nada mais do que 5 ou talvez 6 mil anos, acham-se desde muito, lamentavelmente, perdidos, graças ao vandalismo do próprio homem.
Assim sendo, Alexandria, no Egito, aquele que foi um dos maiores santuários da cultura humana, possuia uma colossal biblioteca contendo mais de 700 mil volumes, um resumo abrangendo toda a história antiga e desconhecida do mundo, além de uma coletânea fantástica de dados alusivos a uma ciência bastante utilizada em toda a antiguidade. Ali se reuniam os maiores filósofos e sábios, mestres de todas as artes que altruisticamente tentavam preservar à posteridade enorme parcela de um saber muito elevado, como, por exemplo, os grandes Arquimedes, Hiparco, Maneton, Aristarco de Samos - congominado o Copérnico da antiguidade - Herófilo e Eratóstenes.
Atribui-se o primeiro ato de selvagem vandalismo ao general maometano Amru, por volta do ano 642 quando por ocasião da conquista do Egito, autor do crime inonimável de incendiar toda a biblioteca sob o ambíguo pretexto de "confirmando o Alcorão torna-se inútil, e contradizendo-o, ser mentirosa".
Contudo, hoje os ventígios que agora se tornam PROVAS são por demais compreensíveis e evidentes.
Quer queiram os convencionais ou não, deve-se, pois, admitir a existência em tempos muito remotos, aqui mesmo, no nosso pequeno planeta, de uma (senão várias) civilização avançadíssima, que por sua vez dominava técnicas situadas para muito além da nossa compreensão!
Técnicas estas que, por exemplo, permitiram construir os mais imponentes e assombrosos monumentos; cortar e erguer de forma misteriosa pedras colossais a grandes altitudes; gravar de cima para baixo, figuras estranhas; moldar cadeias montanhosas inteiras utilizando-se para tal fim de instrumentos que nos fogem à lógica... e que superariam até mesmo o nosso tão decantado Raio Laser!

Esses vestígios insólitos, espalhados por todo o mundo, somente agora tornam-se nítidos e perfeitamente compreensíveis; por isso mesmo tendendo a provocar uma verdadeira revolução no pensamento do homem moderno.
É, aliás, a própria experiência que nos ensina: quando caem por terra as convenções impostas, novos horizontes de luz abrir-se-ão de maneira maravilhosa. Pois lendo uma página de um livro e sobretudo assimilando o seu conteúdo, é que se pode entender perfeitamente a próxima.
Assim acontecia conosco, que até bem pouco tempo não dispúnhamos, lamentavelmente, sequer de poucas linhas para ali tentar buscar nossas verdadeiras origens; tendo pura e simplesmente - para trás e para diante - um enorme ponto de interrogação que confundia.
Renomados cientistas, arqueólogos de mente aberta e estudiosos em geral já admitem como válidos e até bastante eloquentes, que forçosamente criam uma novíssima ciência, despontando de forma promissora e que pode ser denominada Neo-Arqueologia.
Ela revisa exatamente pontos de vista e conceitos superados, enfrentando muitas vezes a má vontade e a ridicularização oficial daqueles que se recusam a admitir as provas e se apegam aos seus desbotados, frágeis e dogmáticos tratados - para eles intocáveis e sacrossantos.
São os mesmos que um dia juravam ser a Terra plana, e que hoje, por exemplo, ao não encontrarem explicações para qualquer mistério, forjam provas que comodamente se ajustam às suas carcomidas teorias, tentando nos fazer crer em coisas absurdas como o homem descender do macaco; e ainda não hesitando em passar por cima daqueles que, munidos de provas, ousam contestá-los.
Este post é o que muitos céticos rotulam de escapista. Mas se procurar a verdade é ser escapista, aceito com prazer esse epíteto, pois trata-se de uma simples questão de ponto de vista! Orgulho-me de somente trabalhar com evidências, pois credibilidade é coisa que jamais poderia ser imposta: simplesmente adquire-se...
Com o tempo, colocarei aqui alguns fatos que poderão trazer à tona toda a força da cultura humana e das usas grandes realizações através da História.
Por conseguinte, as paralelas se encontrarão num único ponto convergente. E precisamente neste ponto as conclusões a que seremos levados resultarão em duas opções bastante lógicas:
1 - A primeira delas é que grandes civilizações habitaram a Terra no passado. Elas atingiram um enorme progresso tecnológico: podiam voar, possuíam máquinas fantásticas para se locomoverem e construir seus gigantescos monumentos. Conheciam, talvez, a transmissão do som e da imagem, e um dia qualquer, por força de alguma circunstância, foram destruídas ou se destruíram, deixando esparsos, porém, significativos vestígios, espalhados por aqui e ali.
2 - A segunda hipótese se baseia nas visitas provenientes de outros mundo do vasto Universo; seres extraterrestres que aqui fizeram suas incursões assumindo o papel de iniciadores da Humanidade, transmitindo, pois, a uns pouquíssimos eleitos, suas técnicas fantásticas. Ou quem sabe mesmo, tendo aqui se estabelecido através de impressionantes colônias!
Ambas as conclusões se tornam, portanto, válidas. Caberá em última análise a cada um comprovar as evidências e efetuar seu julgamento. E além disso, pesquisar. Não só na internet, mas através de livros e documentários sobre o assunto.
A História, qualquer que seja ela, estará sempre repleta de lições para o porvir, uma vez que pode conter, latente, um conhecimenteo infinitamente mais sutil do que o constumeiro.
Mas, em contrapartida, pode também encerrar, assim veremos, como uma espécia de anátema, as mais solenes e graves advertências!

Procurem, pesquisem, busquem informação! Se possível, viagem até estes lugares fantásticos (Ilha de Páscoa, Machu Pichu, Nazca, Chichén Itzá, Stonehenge, Museu do Louvre - Paris, Museu do Antigo Oriente Próximo - na Alemanha), para verificarem de perto as evidências. Vá em busca de LUZ! Abram a mente!





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"O menos que um escritor pode fazer, numa época de atrocidades como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como sinal de que não desertamos nosso posto".
Érico Veríssimo

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais

Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.

Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia  Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Hospital Albert Einstein – que  comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos  arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da  doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência  da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.

“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem  entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas.

Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos  fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.

“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes.
É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.

“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta.
 Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que  não volta mais: o tempo”, afirma.

“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem  que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais  verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de  agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.

“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.

“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas.

Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.

“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.

“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas.
 É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.

“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações.

A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.

“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer.

Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.

“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor.

“Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

Publicado em janeiro/2012.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Você sabe com quem está falando?

Sei que talvez muitos já viram esse vídeo na internet. Mas é importante assistí-lo novamente, pois em mais alguns post, revelarei a intenção do mesmo aqui.

Abram a mente!

Taís.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Você está Consciente ou Inconsciente ???

Ninguém é irremediavelmente escravizado do que aquele que acredita equivocadamente que é livre
Goethe.


REFLEXÃO:
1. Ato ou efeito de refletir.
2. Prudência.
3. Meditação.
4. Argumento; objeção.
 
INTROSPECÇÃO:
1. Exame do que se passa no interior.
2. Observação dos fenómenos psíquicos da própria consciência.
3. Exame subjectivo.
 
A maioria das pessoas não faz o menor esforço para entender o que é de fato Refletir sobre si mesmo. Quando estão diante de uma situação na qual precisam pensar pra entender, desistem automaticamente. Quase nunca fazem algum tipo de introspecção para poderem encontrar suas respostas. Isso ocorre exatamente por causa de sua maneira de enfrentar a vida. A maioria não percebe sua própria ignorância, não se questionam sobre isso e quando o fazem, sempre é por algum motivo emocional de estresse que o desencadeia. Pressionados emocionalmente, não conseguimos encontrar respostas eficazes, pois dessa forma não fazemos as perguntas adequadas, e sendo assim, também não obtemos as respostas adequadas.
Sabemos que possuímos uma Mente Consciente e uma Mente Inconsciente.

A Mente Consciente é a nossa mente criativa. É aquela que carrega sua identidade pessoal e quem na verdade PENSA.

Pensar:
1. Formar ideias.
2. Refletir.
3. Raciocinar.
4. Ser de parecer.
5. Tencionar.
6. Ter no pensamento.
7. Imaginar, julgar.
8. Planejar.
9. Dar penso a.
10. Tratar convenientemente.

Já a Mente Subconsciente, onde não há entidade alguma, (ou seja, você não está aí) funciona como um HD ou um CD que grava comportamentos.

Segundo Carl Jung, a Mente Inconsciente é um reservatório de verdades transcendentes.

Esse reservatório é o lugar do cérebro onde se “instalam os programas” (comportamentos). Tudo que você aprende desde pequenininho vai sendo registrado nesse reservatório inconsciente. É literalmente um programa que se ativa em nosso cérebro de acordo com a necessidade ou situação.

É como se “apertasse um botão” pra tocar um determinado comportamento na hora mais conveniente para aquela determinada ocasião ou situação. Isso ocorre pra que você não tenha que REAPRENDER o tempo todo. Uma vez que você aprende, é só estabelecer um padrão, e o subconsciente o ativa na hora certa.
 
O problema é que os padrões básicos de crenças e comportamentos que são programados no subconsciente vêm de nossas Instituições de Ensino, das Religiões, de nossos pais, familiares, ou seja, de nossa SOCIEDADE em si. Sociedade essa que nos ""educa e ensina os valores da vida""[Hã! ensina é?!] ... nos ensina que “vencer” na vida é ter um bom emprego, ganhar um bom salário, ter uma “vida estável” financeiramente. Ou seja, tudo que se baseie no dinheiro. Que dá o tão sonhado "status" social.

Já nossas “gloriosas” Instituições de Ensino não nos ensinam quase NADA, apenas nos PROGRAMAM.
Por exemplo o estudante de medicina ou de enfermagem, "aprende" que deve ter Ética para com os pacientes ou melhor "clientes" e ter amor pela "profissão", mas não aprende a ter AMOR pelo ser humano. São condicionados a não sentirem emoções. São doutrinados a "tratar” e não a CUIDAR. Tratam o ser humano como um pedaço de carne doente. Que bela Sociedade nós temos heim ...!!!


A maioria das pessoas é incapaz de entender que TUDO influencia em nosso ambiente. Cada situação que nos defrontamos, cada momento que interagimos com pessoas, objetos, animais etc ... TUDO, absolutamente TUDO influencia nosso ambiente, e consequentemente, nos influencia também. É óbvio !!!

Nosso subconsciente é “projetado” especificamente para permitir que cada sinal do ambiente nos influencie sem percebermos. Então surge a pergunta: Estamos vivendo uma vida consciente ou inconsciente ???

Bom, a Neurociência nos diz que no desdobrar de nossas vidas, apenas 5% é controlado por nossa mente consciente e 95% do tempo é controlado por nosso subconsciente (que são os programas instalados ali). COMO ASSIM ??? Vivo minha vida inteira apenas 5% consciente ??? Pois é ... por isso a necessidade de DESPERTARMOS ... Somos controlados subliminarmente inconscientemente e nos programam exatamente pra não “enxergarmos” isso.
Quando esses programas são ativados não percebemos conscientemente. São ativados automaticamente pela Mente Subconsciente que executa os programas obedecendo seus padrões.

Então Reflita: Estamos conscientes apenas uma pequena fração de nossas vidas.
E daí ??? Bom, daí que isso queira você ou não, nos torna simplesmente DEPENDENTES ... Tá! Mas dependentes do que ??? Ora! Dependentes do Sistema ...

Se você não é capaz de administrar sua própria liberdade e principalmente sua Auto-Responsabilidade, quem você acha que irá consciente ou inconscientemente assumir ??? Pois é, geralmente será uma figura arquetípica de algum “homem todo poderoso”.

Daí buscamos algum tipo de Jesus, Buda, Superman, Batman, Chapolin colorado (não contavam com minha astúcia ...rs)
 
Assim é fácil criar Governos, Regras, Leis e Sistemas pra culpar depois, ou seja, pra "empurrar" a culpa de nossa falta de Auto-Responsabilidade quando a vida nos parecer ser ingrata e injusta.

Quando achamos que estamos em perigo não procuramos uma “mãe para nos nutrir”, mas sim um “pai que nos PROTEJA”.
Sempre no momento do medo, na hora da catástrofe e diante desse parasitismo social, encontramos então uma Dominação Masculina. Um Arquétipo.
Arquétipo (grego ἀρχή - arché: principal ou princípio) é o primeiro modelo de alguma coisa.

Segundo Carl Jung, os arquétipos criam imagens ou visões que correspondem a alguns aspectos da situação consciente.

Como seres conscientes, não percebemos o quão PREGUIÇOSOS inconscientemente somos.
95% daquilo que fazemos cotidianamente é guiado por nossa Mente Subconsciente. Você acorda de manhã, toma seu banho, toma seu café, sai para o trabalho, compra jornal, tem seu dia de trabalho, volta pra casa, liga a TV e vai assistir JN e depois a novelinha da 8. [Affff..!!!Eh laia] TUDO isso inconscientemente ... é automático ... você está num estado de piloto automático e nem percebe. Essas ações cotidianas são coordenadas por um “programa”, uma diretriz inserida no subconsciente. Tá achando que tô exagerando ??? Então me diga: Você pensa pra andar ??? Você pensa pra levar o garfo até sua boca ??? Pensa pra mastigar ??? Pensa pra se coçar ??? Pensa pra Piscar os olhos ??? Pensa pra mover a boca quando está falando ??? Pensa quando tá xingando algém no transito ??? Pense... Bom, acho que não né ?!!!

Um dos principais meios de abrirmos mão da nossa Auto-Responsabilidade e de nossa energia consciente é o Dinheiro. É obvio que ninguém irá admitir que sua dependência do dinheiro é um VÍCIO. Estamos sempre preocupados em ter dinheiro, na falta de dinheiro, e quando as dividas apertam, nosso EGO grita bem alto. Daí podemos culpar o Sistema, o Governo, seu vizinho, seus familiares, o cachorro e quem estiver na sua frente. Você assume uma postura agressiva inconscientemente devido a sua própria ignorância. Quem mandou aceitar ser governado ...?!
Essa “Matrix” criada para te manter sob controle, nada mais é do que essa forma de vida que levamos inconscientemente. Nosso Sistema é o resultado de nosso Inconsciente COLETIVO... Como um REBANHO ...

DESPERTE sua Mente Consciente ... só assim você perceberá o quanto foi “programado” pra viver uma vida ilusória.