"Quando você chegar ao seu futuro, vai culpar o seu passado"? (Robert Half)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Cientistas detectam movimentação do polo norte magnético


O polo norte magnético da Terra está avançando em direção à Rússia a quase 64 quilômetros por ano devido a mudanças magnéticas no núcleo do planeta, afirma nova pesquisa. O núcleo é profundo demais para que os cientistas detectem diretamente seu campo magnético. Mas os pesquisadores podem inferir os movimentos do campo acompanhando como o campo magnético terrestre muda na superfície e no espaço.

Agora, novos dados analisados sugerem que existe uma região de magnetismo em rápida transformação na superfície do núcleo, possivelmente sendo criada por uma misteriosa "pluma" de magnetismo proveniente do interior do núcleo.

E essa região pode estar deslocando o polo magnético de sua posição de longa data no norte do Canadá, disse Arnaud Chulliat, geofísico do Institut de Physique du Globe de Paris, na França.

Em Busca do Norte

O norte magnético, que é o lugar para onde as agulhas das bússolas realmente apontam, está próximo, mas não exatamente no mesmo lugar do Polo Norte geográfico. Neste momento, o norte magnético está próximo à ilha canadense Ellesmere.

Por séculos, navegadores usam o norte magnético para se orientar quando estão distantes de pontos de referência reconhecíveis. Embora os sistemas de posicionamento global tenham em grande parte substituído essas técnicas tradicionais, muitos ainda consideram as bússolas úteis para se orientar sob a água ou no subterrâneo, onde não há sinal dos satélites de GPS.

O polo norte magnético se deslocou muito pouco desde a época em que os cientistas o localizaram pela primeira vez em 1831. Depois, em 1904, o polo começou a avançar rumo ao nordeste num ritmo constante de 15 km por ano.

Em 1989, ele acelerou novamente, e em 2007 cientistas confirmaram que o polo está agora galopando em direção à Sibéria a um ritmo de 55 a 60 km por ano. Um deslocamento rápido do polo magnético significa que mapas do campo magnético devem ser atualizados com mais frequência para que usuários de bússola façam os ajustes cruciais do norte magnético para o verdadeiro Norte.

Fonte: National Geographic
A maior desgraça que pode acontecer a qualquer escrito que se publica, não é muitas pessoas dizerem mal, é ninguém dizer nada.
Nicolas Boileau

Mais sobre a "Stonenhege" de Florianópolis/SC

O antropólogo e pescador Adnir Ramos, ao pesquisar as gravuras rupestres do litoral de Santa Catarina, descobriu vários observatórios astronômicos primitivos formados por menires e dolmens. Tal descoberta já o levou a participar de um intercâmbio na Inglaterra, onde participou de pesquisas no mais famoso observatório lítico do mundo: Stonehenge. Os pesquisadores europeus que posteriormente visitaram os sítios arqueológicos de Santa Catarina comentaram que "os monumentos megalíticos catarinenses deixam Stonehenge insignificante". Ramos também participou do Congresso Internacional de Arte Rupestre na Bolívia e visitou vários sítios arqueológicos com o pesquisador Keler Lucas. Entre eles, o notável templo de Tihuanaco. No Chile, apresentou sua pesquisa no 51º Congresso Internacional de Americanistas em parceria com o Arqueoastrônomo Dr. Germano Afonso. No Peru, acompanhou os pesquisadores da Academia Para Ciências Futuras -- ACF nas ruínas do litoral, nos Andes e na Amazônia peruana onde documentaram os mais famosos templos Incas e conviveram com os índios Machiguengas. No Brasil, também em parceria com a ACF, pesquisou e participou de campanhas de ajuda humanitária no Mato Grosso -- povo Xavante, em Rondônia - tribo Uru - Eu - Wau - Wau e em Santa Catarina - nação Guarani. Como professor pesquisador das Faculdades Integradas ASSESC e membro da ACF, participou das pesquisas no sítio megalítico de Calçoene - Amapá, onde observou o alinhamento dos megalitos do sítio com as Plêiades, Órion, Cão Maior, Escorpião, Cruzeiro do Sul e Arcturus. Atualmente como membro do Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia (IMMA), continua seu trabalho de sequenciamento e interpretação das Artes Rupestres e dos alinhamentos astronômicos dos Monumentos Megalíticos e participa de projetos ambientais e de educação patrimonial. Coordena o programa de ajuda aos índios em parceria com as escolas da Grande Florianópolis.

Um "Stonehenge", no Brasil! Mais precisamente em Florianópolis/SC

Realizando um trabalho que combina astronomia, arqueologia e antropologia, o pesquisador Adnir Ramos encontrou, em morros e costões na região da Lagoa da Conceição, leste da ilha de Santa Catarina, agrupamentos de rochas posicionadas de forma a permitir a observação precisa da posição solar nos solstícios e equinócios, eventos celestes que marcam a troca das estações do ano.

Esses grandes blocos de pedra, conhecidos como monumentos megalíticos, permitem determinar os pontos cardeais, observar uma série de alinhamentos astronômicos, e estão localizados em pontos geográficos acessíveis apenas por trilhas, como o Morro da Galheta, que já faz parte de um parque municipal, e a Ponta do Gravatá, no limite sul da Praia Mole. Próximas a eles também se encontram inscrições rupestres, denotando a presença de povoações antigas nesses sítios. O astrônomo Alexandre Amorim comenta as relações desses monumentos megalíticos com solstícios e equinócios.

Esses monumentos são evidências de que os antigos habitantes do litoral, coletores que viviam de caça e pesca milhares anos antes da chegada dos europeus, tinham conhecimentos de astronomia e utilizavam esse conhecimento para marcar as estações do ano, podendo contar com instrumentos de medição do tempo que ainda hoje permitem compreender a mecânica do movimento solar.

As pesquisas, divulgadas por meio do Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia (IMMA), com sede no Canal da Lagoa, acabaram gerando alguns questionamentos que permanecem sem resposta, uma razão a mais para se lutar pela preservação desses sítios arqueoastronômicos.

Conheça mais no website www.immabrasil.com.br

Documentário produzido por Rafael Pessi.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"Toda verdade passa por três estágios: Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente rejeitada. Terceiro, é aceita como sendo auto-evidente".
Arthur Schopenhauer.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A alegoria da Caverna - Platão

As coisas tomam um rumo muito engraçado quando se está focado em um assunto.
A sincronia é absurda. Passamos a ver coisas das quais antes de conhecermos, não daríamos a menor atenção. Mas a vida é assim. E estamos aqui para aprender. Sair da CAVERNA, custe o que custar.
Mas se vc acha que as coisas não são tão fáceis assim, tenho que concordar. Romper as correntes dói!
É uma pena que muitas pessoas ainda tenham um certo mito e crenças erradas sobre povos
antigos, pois eles não tinham NADA de ignorantes! Eles sabiam muito mais, tinham infinitamente mais informação sobre como funciona o universo e seus habitantes do que pode crer sua vã filosofia...

Eu sei que fomos programados a acreditar nisso desde a mais tenra idade. A prova disso está na maneira como editaram alguns livros didáticos. Eles tratam a história como MITO e LENDAS... é natural... foram milhares de anos de doutrina e não será de um dia par o outro que poderemos acreditar no que há fora da nossa CAVERNA.
Bem, estamos num tempo – numa era – onde as coisas estão acontecendo muito rápido e a informação é praticamente avassaladora. Não há como ficar acorrentado sem tentar ou pelo menos esticar a cabeça para dar uma espiadinha para fora da CAVERNA.
Estarei sempre por aqui. Se quiser saber mais... é só falar. Não quero voltar a CAVERNA para ser ridicularizada. Eu saí dela a muito custo, não é fácil. Saia daí vc também.
Estarei aqui fora para lhe mostrar tudo o que já vi, ouvi e conheci. Será um prazer inenarrável desfrutá-lo com vc. Aqui fora anda muito quieto... há pouquíssima gente. Dá pra contar nos dedos... uma pena.

Por Laura Botelho.

Descobertas que fazem pensar...

Mais pirâmides?

Pirâmides foram descobertas na Bósnia-Herzegovina, localizada perto da cidade de Visoko, mais recentemente.

Encontrar pirâmides é uma coisa trivial para arqueólogos nos últimos anos, desde que sejam orientados a “descobrir” apenas coisas que possam vir à publico.

Artefatos tecnológicos ou mega construções... nada feito.


E o que tem demais encontrar outras pirâmides?

Bom, essa por enquanto, é a mais antiga de todas já encontradas até agora (2011).

A pirâmide do Sol na Bósnia tem uma altura de mais de 220 metros é a pirâmide mais alta do mundo. Tem a geometria da pirâmide regular com três lados preservada: norte, leste e oeste.

Já a pirâmide da Lua tem a altura de 190 metros é maior do que a Grande Pirâmide de Quéops no Egito (147 metros).

Segundo o Instituto Federal de Ciência do Solo, camadas do solo que cobrem a pirâmide são de aproximadamente 12.000 anos de idade!

Além de ser a maior é mais antiga de todas as pirâmides já pesquisadas, possui também o maior complexo subterrâneo de túneis já visto.

Admitido como membro estrangeiro da Academia Russa de Ciências Naturais em Moscou, Dr. Semir Osmanagich tanto fuxicou que encontrou.

Ele também identificou as pirâmides da Ásia, África, América do Norte, e até em ilhas, como as Maurícias e Tahiti.

Dr. Semir é autor dos livros "Pirâmides em todo o mundo" - "Civilização antes que a história oficial" e “O Mundo Maya” – a gente pode ver pelos títulos que o Dr. Semir sabe demais e seus estudos não se basearam na ciência caduca dos nossos dias, concorda?

"Os nossos livros de história têm que ser reescritos", disse ele.

Faço minha as suas palavras, mestre!!

A Pirâmide da Lua tem uma combinação na forma de blocos de arenito / azulejos e camadas de argila utilizada como material de construção em grandes quantidades, fontes da matéria-prima nas proximidades.


Argila é um material de construção excelente e é usado como um aglutinante, isolamento a temperatura, à prova d'água e som. O design dos terraços é único para a ciência.

Um material orgânico foi encontrado entre as duas camadas na vala n º 20, no lado oeste da pirâmide triangular, e a análise de radiocarbono pelo Instituto de Física da Silésia (2011) confirmou a idade dessa matéria orgânica:

10,350 BC + / - 50 anos, portanto mais antigas que as do Egito de 4.500 anos antes de Cristo, bem como as da China, Peru ou México (estimadas em cerca de 2.000-3.000 anos).

Esta é a confirmação científica de excepcional importância para historia da humanidade porque é mais velha que a civilização suméria, babilônica e egípcia!

Eeehhh... muita coisa terá que ser revista,

meus queridos céticos...

Abaixo da pirâmide há acúmulo de água que está ligado à lagos subterrâneos sob as pirâmides bósnias como o Sol e o Dragão.

Em um ponto a meio caminho do topo da pirâmide foi descoberta uma esplanada pavimentada, a obra foi cuidadosamente cortada em calçadas de arenito. A esplanada pavimentada da Pirâmide da Lua foi datada em 10.000 anos.


Durante a temporada de 2010, sob a supervisão de arqueólogos e geólogos, os voluntários têm estendido este lugar conhecido como o "Trench N º 20".

Segundo o Instituto de Geodésia (2006) a parte norte se encaixa perfeitamente em Norte Cósmico com um erro de menos de um grau.

A inclinação dos lados na base da pirâmide, estão a 45 graus.

Geofisicos alemães em 2007 confirmaram a existência de passagens internas através de instrumentos de geo-radar.

Os físicos croatas (2010) descobriram a existência de um feixe de energia que vem através do topo da pirâmide com um raio de 4,5 metros.

Especialistas italianos têm detectado (2011) os fenômenos de ultra-som na pirâmide.

A sombra da pirâmide do Sol da bósnia cobre a Pirâmide da Lua durante os meses de verão, pouco antes do por do sol, que mostra uma relação astronômica clara entre as duas pirâmides.

De acordo com Gregory Vinzenco engenheiro que fez o exame de geo-radar e generalizações de imagens 3D, existem duas câmeras nos primeiros quatro metros abaixo do chão do túnel. É possível que a estrutura se estenda mais de 4 metros abaixo.

Você deve estar pensando... “Mais uma pirâmide, e daí?”

Daí que teremos que rever muitos conceitos, refazer muitos cálculos, entender muitos “mitos”, nos preparar para muitas mudanças de pensamento e isso leva invariavelmente a mudanças de comportamento – simples assim!

Basta que você faça uma pesquisa básica com o que estudou no segundo grau e compare com o que estamos presenciando hoje (com evidencias cientificas) e perceba que há muita coisa que não bate!

As datas não casam. Os eventos não correspondem aos fatos. Os fósseis, textos, pinturas rupestres apresentam imagens que não fazem sentido com a evolução humana - pelo menos não com a “evolução” que querem que a gente acredite!!

Preste atenção!

O Período Paleolítico (idade da pedra) refere-se de 2,5 milhões a.C., quando os antepassados do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra lascada, até cerca de 10.000 a.C.

Segundo o que nos contam os livros escolares, os grupos nômades não possuíam moradias fixas há 10 mil anos atrás!!...

Vai ver que se dedicavam a construir Pirâmides por aí, o que já no Neolítico, as sociedades humanas desenvolveram técnicas ultra modernas de cultivo agrícola e passaram a ter condições de armazenar alimentos... Talvez foi nessa época que lançaram os produtos da Brastemp.

Ainda nos livros do segundo grau nos contam que grupos de humanos há 10 mil anos atrás se fixaram por mais tempo em uma região levando-os a se deslocarem com menor freqüência de uma região a outra devido ao avanço extraordinário da armazenagem de alimentos para dias terríveis.

O que lhes garantia mais tempo para ficarem em frente a TV ao invés sair a caça de javalis.

Revolução Neolítica - 10 mil anos atrás - (ou Revolução Agrícola) foi uma expressão criada pelo arqueólogo Australiano Gordon Childe (devia ser maçom) para designar o movimento dado na Pré-História, que marcou o fim dos povos nômades e o inicio da sedentarização do homo sapiens.


O Neolítico, segundo ele, caracteriza-se essencialmente pelo surgimento da técnica da pedra polida (só se foi com Makita), que era usada em machados e outros instrumentos.
Técnicas essas que “alguém” ensinou aos homens das cavernas como:
a cerâmica, a tecelagem, cestaria, moagem, e a descoberta da roda para a tração animal, que foram fundamentais para a construção dessas pirâmides no meio do nada na Bósnia!

E eu tive que estudar essas asneiras para passar de ano... afff...

Essa foi a fase da “evolução cultural” em que se deu a passagem do ser humano de “parasita a escravo ativo da natureza".

Ah! Para acrescentar... O inicio das religiões foi exatamente no período neolítico, tá gente!
Pesquisem!!!!!
Laura Botelho.
Blog: http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2011/11/descobertas-que-fazem-pensar.html