"Quando você chegar ao seu futuro, vai culpar o seu passado"? (Robert Half)

sábado, 10 de março de 2012

O medo da opinião dos outros...

"O maior medo no mundo é das opiniões dos outros. No momento em que não tem medo da multidão, você não é mais uma ovelha. Você se torna um leão. Um grande rugido surge em seu coração, o rugido de liberdade..."

Osho

Oração de Gandhi



"Senhor, ajuda-me a dizer a verdade
diante dos fortes e a não dizer mentiras para
ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro
por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar os outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso, se triunfo;
nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso
é a experiência que precede o triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza
e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito,
dá-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender as pessoas,
dá-me coragem para desculpar-me.
E se as pessoas me ofenderem,
dá-me grandeza para perdoar-lhes.
Senhor, se eu me esquecer de Ti,
nunca Te esqueças de mim."

Oceania na Mira dos Terremotos

 


© foto: SXC.hu

Por Gério Ganimedes

Um forte terremoto subaquático ocorreu na parte sul do oceano Pacífico, ao largo da costa da República de Vanuatu em 09 de março de 2012. De acordo com especialistas e sismólogos, a magnitude do tremor foi de 7,1 graus na escala Ricther. O epicentro foi numa profundidade de aproximadamente 36 km no fundo do mar. De acordo com autoridades não houve relatos de tsunami nem de outras consequências do abalo sísmico. As ilhas de Vanuatu (mais de 80) se encontram na Micronésia, o que seria o coração da Oceania. Abaixo delas, ocorre a junção das placas tectônicas do Pacífico e Australiana, a uma grande profundidade, passa uma falha que é contornada por uma cordilheira de montanhas vulcânicas. Terremotos e tsunamis são bastante comuns nessa área.

Comentário do Autor

Comum, mas não "tão comuns" nesta magnitude e alta incidência. Os eventos parecem estar aumentando, observadas as ocorrências e os índices mais altos dos abalos na região. As placas estão dando indícios de grandes movimentos e levam a uma análise prévia de que o Japão venha a sofrer, o tão esperado e previsto pelos cientistas, mega terremoto do Japão.

Fiquem bem

Fonte: Voz da Rússia
Adaptação de texto e comentário: Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

Efeitos da tempestade solar estão mais fortes do que o previsto

09/03/2012 15h40 - Atualizado em 09/03/2012 17h27
Do G1, em São Paulo
Aurora registrada na noite desta quinta (8) na Islândia (Foto: Jónína Óskarsdóttir/via Nasa)
Aurora registrada na noite desta quinta (8) na
Islândia (Foto: Jónína Óskarsdóttir/via Nasa)
A tempestade solar que atinge a Terra desde quinta-feira (8) está mais forte do que os cientistas identificaram inicialmente. Nesta sexta, a Nasa afirmou que a tempestade geomagnética foi elevada do nível G1 ao nível G3, em uma escala que vai de G1 a G5, onde G5 é o mais forte.
O fenômeno não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia. Além disso, a interferência causada pela radiação solar fez com que algumas companhias desviassem a rota dos voos próximos aos polos.
As auroras boreais, que puderam ser vistas em várias regiões na noite de quinta, também são provocadas por essa interação.
 Imagens divulgadas pela Nasa mostram a evolução de uma nova erupção solar que começou na madrugada desta sexta-feira (9).  (Foto: SOHO/ESA & NASA ) 
Imagens divulgadas pela Nasa mostram uma nova
erupção solar (Foto: SOHO/ESA & NASA )
No começo da semana, o Sol emitiu uma nuvem de partículas e radiação, que interagiu com a Terra, trazendo todas essas consequências. Essa erupção solar foi considerada a mais forte nos últimos cinco anos.
Na quinta, a tempestade geomagnética provocada pela atividade do Sol deu sinais de que seria fraca. Porém, uma mudança de direção nos campos magnéticos da nuvens emitidas pelo astro fez com que a tempestade ganhasse força.
Novas imagens divulgadas pela Nasa mostram a evolução de uma nova erupção solar que começou na madrugada desta sexta-feira (9).
De acordo com a agência espacial, a nuvem de partículas e radiação deve atingir o envelope magnético que circunda a Terra na manhã de domingo (11).

Fonte: G1.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Cientistas alertam: uma tempestade solar pode causar um desastre planetário a qualquer momento

Por Claire Bates
Traduzido por InconscienteColetivo.net
O Governo foi incentivado hoje a fazer planos de contigência em virtude de uma explosão solar anômala, que poderia “nocautear” a rede de eletricidade nacional e criar uma escassez severa de comida e água.
O deputado trabalhista Graham Stringer disse que a Grã Bretanha deverá estar preparada para uma repetição da tempestade solar de 1859, que atingiu a Terra e paralisou boa parte do sistema telegráfico.
Em uma moção na Câmara dos Comuns, o Sr. Stringer disse que um evento desse tipo poderia “nocautear a rede elétrica nacional, levando a uma perda no suprimento de água, transportes e comida que então ocasionaria uma emergência nacional”.
A sonda que orbita o sol, SOHO, fotografou a superfície solar ativa utilizando luz ultravioleta
A sonda que orbita o sol, SOHO, fotografou a superfície solar ativa utilizando luz ultravioleta (NASA)
O chamado “Evento Carrington” foi uma tempestade magnética que atingiu a Terra em 1859 e causou o colapso nos sistemas telegráficos por toda a Europa e América do Norte. Foram reportados os avistamentos de auroras até no sul da Flórida.
Agora um relatório patrocinado pela NASA alega que uma tempestade desse tipo, nos dias de hoje iria levar a um “desastre planetário”.
O estudo da NAS, que foi publicado em janeiro deste ano, salientou o impacto devastador que tal fenômeno teria. Por exemplo, isso poderia deixar metade dos EUA sem energia por 90 segundos, sem carvão mineral depois de 30 dias e levaria uma década para o país se recuperar.
Um cenário como este iria custar um valor estimado de £1.5trilhões – e isso seria apenas no primeiro ano.
Ficção científica?  Não de acordo com Mike Hapgood, que preside o time de climatologia espacial da Agência Espacial Européia.
“Eu não acho que o relatório da NAS seja sensacionalista”, ele disse ao New Scientist.
“Este é um relatório equilibrado e razoável.”
O modo de vida do século 21 depende demais da tecnologia, e cientistas dizem que isso é que deixa a sociedade em risco de um “desastre planetário”.
Ao contrário de muitos desastres naturais recentes, uma grande explosão solar poderia causar um grande sofrimento em países desenvolvidos.
Bolas de plasma estourando na superfície do sol podem destruir as nossas modernas redes de eletricidade, que iriam puxar essa energia para si como se fossem antenas e rapidamente teriam sobrecarga.
Isso teria um efeito indireto em muitos dos sistemas que sustentam a nossa vida, incluindo o tratamento de água e esgoto, resfriamento de medicamentos, entregas de supermercado, controles de centrais elétricas e mercados financeiros.
Para reconstruir a rede elétrica, os hubs de transformadores derretidos teriam que ser trocados, mas os novos levariam até um ano para funcionarem devidamente.
Atualmente o NASA’s Advanced Composition Explorer (ACE) é o indicador mais importante do que se recebe do clima espacial. Ele pode dar de 15 a 45 minutos de alerta de tempestades geomagnéticas, e as companhias de energia precisam de 15 minutos para preparar os sistemas para um evento crítico.
Entretanto, o ACE já tem 11 anos e está operando muito além do seu tempo “de vida”, sem planos para troca.
“Nós vamos perder muito da nossa capacidade de antecipação de alerta”, disse o sr. Hapgood.
Além disso, o clarão emitido durante o Evento Carrington viajou tão rápido que levou menos de 15 minutos para a chegar a Terra.
O relatório da NAS foi publicado para estimular o debate e o autor chefe, Daniel Baker, da Universidade do Colorado, espera que isso fará com que decisões sejam tomadas.
“Dá muito trabalho educar os políticos, e isto é especialmente verdade nesses eventos de baixa freqüência”,  disse ele.
“Mas nós estamos nos movendo cada vez mais para perto da possibilidade de um desastre.”
Fonte:www.newscientist.com / www.dailymail.co.uk

Tempestade solar se aproxima da Terra e pode afetar equipamentos

Reuters
 

Por Deborah Zabarenko


WASHINGTON, 7 Mar (Reuters) - Uma forte tempestade geomagnética originária do Sol deve chegar na quinta-feira à Terra, onde pode afetar redes elétricas, transportes aéreos e aparelhos de GPS, segundo especialistas norte-americanos.
A tempestade - uma gigantesca nuvem de partículas expelida pelo Sol a cerca de 7,2 milhões de quilômetros por hora - foi provocada por duas erupções solares, de acordo com os cientistas.
Essa é provavelmente a mais violenta tempestade solar em quase seis anos, superando uma semelhante no final de janeiro, segundo Joseph Kunches, um "meteorologista espacial" que trabalha na Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA).
A perturbação solar, segundo Kunches, tem três estágios, dos quais dois já estão afetando a Terra.
Primeiro, duas labaredas solares, movendo-se quase à velocidade da luz, chegaram à Terra, na noite de terça-feira. Elas podem afetar transmissões de rádio.
Em seguida, a radiação solar atingiu, na quarta-feira, o campo magnético terrestre, com possível impacto sobre o tráfego aéreo, especialmente perto dos polos. Satélites e astronautas em caminhadas espaciais também estão sujeitos aos efeitos dessa fase, que pode durar vários dias.
Finalmente, a nuvem de plasma emitida pela ejeção de massa coronal - que é basicamente um pedaço grande da atmosfera solar - deve chegar na manhã de quinta-feira à Terra.
Essa fase pode afetar o funcionamento de redes elétricas, satélites, oleodutos de GPSs de alta precisão usados em certas operações petrolíferas e agrícolas, segundo os cientistas.
O GPS comum, como o dos carros, não deve ser afetado, segundo Doug Biesiecker, da NOAA.
Kunches disse que o componente geomagnético da tempestade pode se antecipar um pouco por ocorrer logo depois de uma tempestade anterior, que saiu do Sol no domingo e está atualmente castigando a magnetosfera terrestre.
"Quando você já teve uma tempestade de ejeção de massa coronal, às vezes a próxima tempestade de ejeção de massa coronal é mais rápida em chegar aqui", disse Kunches.
As tempestades podem produzir vívidas auroras polares. No Hemisfério Norte, o fenômeno poderia ser visto até em latitudes médias, como em Nova York.
Cientistas dizem que o Sol está numa fase de atividade ascendente no seu ciclo de 11 anos, e o pico está previsto para 2012.

Fonte: G1.com.br

Informe Atualizado da Atividade Solar

SOHO - NASA


Por Gério Ganimedes


WASHINGTON - Os especialistas do clima espacial relataram que uma tempestade geomagnética forte está se dirigindo para a Terra e vai chegar nesta quinta-feira (8). A tempestade poderá afetar redes de energia, vias aéreas e espaciais, e sistemas de navegação por satélite. A nuvem de tempestade carregada de partículas, que está se dirigindo para nosso planeta, viaja a uma velocidade de 7,2 milhões de km por hora e foi desencadeada por um par de explosões solares. O especialista do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), Joseph Kunches, afirmou que este evento é provavelmente o mais forte, em quase seis anos e mais intenso do que uma tempestade semelhante no final de janeiro. Dois flares solares que estão se movendo a uma velocidade próxima da luz, estão chegando e irão atingir o campo magnético da Terra, o que vai causar perturbações no tráfego aéreo, satélites e astronautas que andam no espaço. Esta turbulência poderá durar quatro dias.  A nuvem de plasma que vai atingir a Terra pode prejudicar também oleodutos e sistemas de alta precisão dos GPS usados ​​por perfuradoras de petróleo, topógrafos e algumas operações agrícolas. Esta tempestade é incomum na história recente, conforme relatou Harlan Spence, astrofísico da Universidade de New Hampshire. Spence afirmou que grandes eventos solares eram escassos na última década e estamos tendo agora dois ou três, um em cima do outro.


Fonte: UBALERT – NOAA
Tradução e adaptação de Texto: Gério Ganimedes
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