"Quando você chegar ao seu futuro, vai culpar o seu passado"? (Robert Half)

domingo, 1 de abril de 2012

Do sentido da vida

Assim dizia: "campanha publicitária do citibank espalhada pela cidade de são paulo através de outdoors" - não sei se é isso mesmo, mas é bem válido ler:

"
Crie filhos em vez de herdeiros."


"
Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."

"
Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."


"
Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."


"
Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

"Quantas reuniões foram mesmo esta sem
ana? Reúna os amigos."

"
Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."


"
... e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"


"
Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."


E para terminar:


"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."


HOJE É TEMPO DE MUDANÇA!

 Quero compartilhar com vocês uma mensagem para reflexão, do autor e escritor Augusto Cury:

"Hoje é tempo de mudança!

Hoje é tempo de diminuir nossas atividades. Se não for possível fazer uma grande cirurgia em nossa agenda, devemos nos programar seriamente para começar a fazê-la amanhã, depois, gradativamente, no correr dos anos. Hoje é tempo de rever nossas metas, colocar colírio em nossos olhos para enxergar o que tem importância.


Hoje é tempo de amar nossos filhos, elogiá-los por tantas coisas que fazem e que consideramos meras obrigações. Hoje é tempo de descobrir cada um com suas características únicas. Hoje é tempo de pedir-lhes perdão pela nossa falta de tempo, sem usar a desculpa de que tudo o que fazemos é para eles. Hoje é tempo de cobrar menos e abraçar mais. É tempo de dizer que eles não estão no rodapé de nossas vidas, mas nas páginas centrais de nossas histórias.


Hoje é tempo de deixar nossos títulos acadêmicos e nossa posição social, de procurar nossos amigos, abraçá-los, convidá-los para jantar, resgatar o passado, saber do presente, dar risadas descompromissadas.


Hoje é tempo de conversar com nossos pais, descobrir seus mundos, desvendar capítulos de suas histórias que jamais conseguimos ler. Perguntar quais foram suas batalhas mais importantes, suas conquistas mais desafiantes.

Hoje é tempo de olharmos nos olhos de quem amamos, pedir desculpas pelo excesso de trabalho, pela nossa rigidez, cruzar nosso mundo com o deles, fazer programas diferentes, relaxar, ouvir. Hoje é tempo de namorar, de dizer com ternura "Eu te amo" ou admitir honestamente "Não sei amar, só sei trabalhar. Ensine-me a amar você".


Hoje é tempo de perdoar, de compreender, de minimizar as ofensas. É tempo de não levar a ferro e fogo nossas manias e exigências. Hoje é tempo de esperar menos dos outros e cobrar menos de nós mesmos.


Hoje é tempo de enfrentar nossas fragilidades, desvendar nossas "loucuras", nos repensar, reciclar e descobrir que somos seres humanos sem vocação para deuses.


É tempo de estabelecer estratégias para atingir nossos mais belos alvos. Hoje é tempo de resgatar sonhos perdidos, de rejuvenescer nossas emoções, de fazer coisas simples que irradiam alegria, de dirigir o roteiro de nossa história".


As palavras do mestre dos Mestres não apenas estimulam o desenvolvimento da psique como previnem transtornos psíquicos. Sim, hoje é tempo de ingerir o pão nosso de cada dia. Porque, sem tal nutrição, a vida não terá sabor, esperança, estímulo, aventura, encantos, saúde. Seremos eternos famintos no único lugar em que não se admite ser miserável. As desculpas são um dos sintomas dos desnutridos. Que desculpa vamos dar para adiar o que tem de ser feito hoje?"


.....

"Precisamos exaltar a vida enquanto estamos saudáveis. Procurar viver cada minuto com a intensidade como se fosse o último. Viver cada dia com vibração como se fosse único. Amar as pessoas próximas como se fôssemos deixar de vê-las." (...)

Pense no amanhã apenas para planejá-lo e tomar algumas precauções, mas não viva o amanhã. Encene a peça da vida no palco do tempo presente - do hoje - como se fosse o último espetáculo."

[Augusto Cury]
 





quinta-feira, 29 de março de 2012

Não à indiferença


Odeio os indiferentes

A indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso detesto os indiferentes.



A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam frequentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir de gesta heróica.



Indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca.



 O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos.

 O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa dos homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixa promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixa subir ao poder homens que, depois, só uma sublevação poderá derrubar.


 A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso.
Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso.

Mas os fatos que amadureceram vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis, quem sabia e quem não sabia, quem se mostrou ativo e quem foi indiferente.



Por isso odeio os indiferentes.



Antonio Gramsci


PS: Há discussões sobre o termo "ódio" e suas formas derivadas, mas fica claro a posição do autor frente a percepção e a ação dos fatos, principalmente quando nós, como indivíduos estamos imersos (ou perdidos) na "massa".  
Fonte: Blog O Farol do Buscador 

Mudanças Climáticas e Magnéticas no Sol – Isso é Bom ou Ruim?

 
O Sol e os Egípcios - Respeito, poder ou medo?

Por Gério Ganimedes


Uma mudança climática no sol, poderia deixar a Terra à mercê de violentas tempestades solares e explosões de raios cósmicos  o que tornariam nossos veículos espaciais e aviões, tecnológicamente ultrapassados para enfrentar niveis altos de radiação projetadas para a Terra por nossa estrela. O campo magnético ao redor do Sol vai mudar nos próximos anos, isto é inevitável, o que acarretaria por uma diminuição do número de manchas solares e o aumento de eventos solares de grande magnitude. Isto indica que os eventos que vêm pela frente, serão mais significativos e mais danosos a nossos satélites, veículos espaciais e aeronaves, tanto militares como comerciais e não estamos prontos tecnológicamente para enfrentar e adaptar nossos veículos para este tipo de ataque.

Mudanças no campo magnético do Sol podem deixar nosso planeta mais exposto aos raios cósmicos galácticos, assim passageiros de aviões e naves espaciais terão seus corpos expostos a radiação alienígena. O período conhecido no meio de pesquisas do clima espacial, como Máxima Solar, está em vigor e parece estar coincidindo com um período de grande atividade aérea e de missões espaciais, como os astronautas que trabalham na Estação Espacial Internacional. Tempestades solares também podem tornarem-se mais violentas no próximo período. O que os estudos cada vez mais avançados na área de clima espacial nos dizem é que, os intensos ataques das partículas radiotivas do sol em nossa magnetosfera, passam a fazer um papel de vilão já que causam um enfraquecimento do escudo, permitindo a penetração dos raios cósmicos provenientes do centro da galáxia.

Cientistas e engenheiros espaciais e aeronáuticos deverão urgentemente, reavaliar suas metodologias, tecnologias e conceitos aeroespaciais para criarem barreiras de proteção, tanto em aeronaves terrestres como espaciais, sob pena de estar deixando passageiros terrestres e astronautas, desprotegidos dos altos níveis de radição danosa e até mesmo mortal que inevitávelmente deverão aumentar com o passar de nossa história.

Estamos falando, não só de atividade explosiva da nossa estrela, como chamas gigantescas, EMCs (Ejeções de Massa Coronal), mas de mudanças magnéticas, ou seja, campo de ação da força magnética do sol, então o que vemos nas análises científicas, ao qual todos vem acompanhando em nossos conteúdos, é que entre alta atividade e baixa atividade solar existe algo, que parece contraditório e confuso, ou seja, se o sol está em alta atividade, nos prejudica com seu ataque - vento solar, plasma e partículas carregadas, mas por outro lado a diminuição de atividade solar e mudanças em seu campo magnético, diminuem o desvio dos raios cósmicos que acabam por nos atingir diretamente. Estamos entre a cruz e a espada. Para quem deve ir nossas preces? Para a alta ou baixa atividade estelar? De um jeito ou de outro estamos com a cabeça na guilotina e nosso tempo é apenas, entre o soltar da lâmina e o toque em nosso pescoço.  No entanto em se tratando de clima e previsões climáticas ... Vamos contar com o azar , ou melhor, com a sorte e torcer para que a chuva atrapalhe nosso fim de semana de sol na praia.


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/#ixzz1qVKzdKfy

quarta-feira, 28 de março de 2012

SOBRE O CURSO EM BUSCA DO DESCONHECIDO


No dia 16 de março, às 20 hs, iniciamos, em Florianópolis, o curso Em Busca do Desconhecido, que fora ministrado pelo Dr. Leonardo e pelo Mestre Adnir Ramos.
Estávamos todos ansiosos por saber sobre o que se tratava esse “desconhecido”, embora tivéssemos, ao mínimo, uma noção do que iriam falar.
Desde o início foi surpreendente! O clima gerava expectativa, e esta nos surpreendeu ainda mais! 
Nos fora oferecido a pílula da realidade superficial e a pílula da verdade. E nós, todos, optamos pela segunda.
Embarcamos em uma viagem onde nos fora revelado enigmas e segredos que poucos buscam. Mostraram a nós que há muito mais entre o céu e a terra, do que nossos pensamentos podem alcançar.
O Dr. Leonardo com sua maestria, conhecimento e pesquisa detalhou-nos algo impensável para a maioria, mergulhou fundo nos segredos cosmológicos, em que muitos céticos deixariam de o ser se o escutassem.
Foram dois dias de aprofundamento em muitas coisas em que só tínhamos ouvido falar, mas que nunca tínhamos prestado atenção para verificar com profundidade o nível de veracidade dessas informações.
A MENTE FOI DESPERTA! SAÍMOS DA CAVERNA! 
E com isso, no terceiro dia, ganhamos mais uma pílula, a da DESCOBERTA VIVA do DESCONHECIDO.
Navegamos por mares, ainda “inexplorados”, pela maioria de nós, através da maravilhosa aula de ARQUEOASTRONOMIA lecionada pelo mestre Adnir Ramos.
Descobrimos tesouros arqueológicos e astronômicos sobre o alto de uma montanha. Onde durante o equinócio podemos ver a passagem do Sol entre as pedras que, ao deixarem o astro adentrar em seu orifício, forma um triângulo de luz sobre uma outra rocha.
 Pedras que formam o triângulo no dia do equinócio!

O triângulo formado na outra pedra!


Aprendemos que seres do passado visitaram a maravilhosa ilha da Magia, Florianópolis, e nos deixaram legados maravilhosos sobre a astronomia, genética e muito mais! Segredos, estes, antes, intocados, e agora descobertos e decifrados, pelo incasável trabalho de pessoas que vão além do DESCONHECIDO, levando a todos a oportunidade de despertar!


Não percam o próximo curso, agora em Belo Horizonte!

UFOs, a CIA, o senador e a Arca de Noé

Conforme pesquisador, documentação ímpar virá à tona em obra a ser lançada neste ano

O senador Barry Goldwater (1909-1998) serviu como general na Força Aérea dos EUA (USAF), foi o candidato republicano nas eleições presidenciais de 1964 e presidiu o Comitê de Inteligência do Senado. No dia 28 de março de 1975, Goldwater escreveu as seguintes e interessantes palavras a um ufólogo chamado Shlomo Arnon: "A questão dos UFOs é algo que me interessa há muito tempo. Há 10 ou 12 anos, tentei descobrir o que havia nas instalações da base da Força Aérea em Wright-Patterson, onde estão guardadas as informações recolhidas pela Força Aérea. Minha solicitação foi compreensivelmente negada. O assunto continua classificado como ultrassecreto." 

Mais tarde, Goldwater esclareceria o que quis dizer e revelaria ainda que, anos antes, ninguém menos que o general Curtis Emerson LeMay (1906-1990) da Força Aérea Norte-Americana enviaria uma resposta furiosa ao senador pelo fato dele ter pedido para ver os dados secretos sobre UFOs, que boatos diziam estar em Wright-Patterson. De fato, muitos pesquisadores acreditam que lá estão até mesmo corpos preservados de alienígenas, além de equipamentos e tecnologia extraterrestres. Mais do que isso, LeMay diria a Goldwater, do modo mais duro possível, para que jamais sequer imaginasse levantar o assunto com ele novamente – "jamais!"

Esta, porém, não foi a única oportunidade em que Goldwater abordou oficialmente alguém sobre um assunto secreto relativo a algum enigma de interesse da Inteligência dos EUA. Outra questão, por exemplo, diz respeito a um mistério de proporções bíblicas: a própria Arca de Noé, assunto que fascina e intriga a Central Intelligence Agency [Agência Central de Inteligência, CIA] há tempos [Veja Ararat Anomaly].

No dia 01 de setembro de 1978, Goldwater enviou uma carta ao então diretor da CIA, Stansfield Turner, que começa da seguinte forma: "Você vai achar que este é um pedido de louco e talvez seja, mas gostaria de saber se você pode fazer algo a respeito". Então, Goldwater prosseguiu, perguntando se "fotos de satélite" poderiam ser utilizadas "para determinar se algo de natureza arqueológica poderia ser localizado próximo ou no topo do Monte Ararat".

Goldwater explicou ao diretor da CIA ter recebido uma correspondência de "um homem em quem confio muito e que certamente não é louco. Ele conhece bem a Turquia e acha que há motivos para crer que a Arca esteja no Monte ou próximo dele. Prometo manter este assunto em qualquer nível de confidencialidade que você queira. E se quiser me mandar para o inferno, já sei o caminho."

A CIA respondeu dizendo não ter quaisquer dados nos arquivos sugerindo que a Arca de Noé tivesse sido encontrada, fosse no Monte Ararat ou em qualquer outro lugar. Goldwater disse compreender caso o assunto da Arca seja "confidencial" e também que entendia que o pedido poderia fazer com que a CIA o mandasse "para o inferno". Trata-se de uma recordação bastante viva da sua experiência com o general Le May nos anos 60, a respeito dos boatos sobre algo de natureza alienígena estar escondido nas profundezas Wright-Patterson.

Se Goldwater – que tinha um grande interesse pessoal em UFOs – mantinha a mínima suspeita de que uma pesquisa oficial sobre a Arca de Noé seria assunto de segurança nacional e não apenas uma questão de cunho religioso ou arqueológico, então isso explicaria a razão dele esperar que a CIA o mandasse para o inferno em 1978 da mesma forma que o general LeMay havia sugerido anos antes a respeito dos boatos sobre UFOs capturados estarem guardados em Wright-Patterson.
 

E por que razão, exatamente, o interesse da CIA na Arca de Noé seria considerada uma questão de segurança nacional? Isto e muito mais será revelado a partir do segundo semestre, segundo o autor, no livro The Pyramids and the Pentagon: The Government's Top Secret Pursuit of Mystical Relics, Ancient Astronauts, and Lost Civilizations [As Pirâmides e o Pentágono: A Busca Secreta do Governo por Relíquias Místicas, Antigos Astronautas e Civilizações Perdidas] a ser lançado no mês de junho.

Acesse algumas correspondências de Goldwater disponibilizadas através da Lei de Liberdade de Informação (FOIA) clicando aqui.

                 Obra de Nick Redfern abordará documentação envolvendo assuntos de alto sigilo governamental.


Fonte: Revista UFO.

Barack Obama visita Roswell, mas não confirma nem nega nada sobre ETs

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, brincou nesta quarta-feira (21), durante uma visita a Roswell, dizendo que não podia revelar se extraterrestres realmente visitaram esta famosa cidade do Novo México em 1947. "Quando cheguei, disse às pessoas que 'vim em paz'", prosseguiu Obama, utilizando a expressão geralmente atribuída, em obras de ficção, a seres alienígenas que visitam a Terra.

Roswell, uma cidade de 50 mil habitantes, é conhecida mundialmente como o lugar onde supostamente um disco voador pousou há 65 anos [Caso Roswell], algo que, segundo as teorias da conspiração, teria sido ocultado pelo governo dos Estados Unidos. "Existem crianças de nove, 10 anos, que, quando me veem, perguntam: 'Já esteve em Roswell?'. 'É verdade o que dizem?", contou Obama. "E eu respondo: 'Se eu te contasse algo, teria que te matar'. E eles arregalam os olhos", acrescentou o presidente em visita a Maljamar, uma localidade a 80 km de Roswell, onde falou sobre sua política energética.

"Vamos guardar nossos segredos aqui!", concluiu.

                              Obama acena ao chegar a Roswell, no Novo México, na quarta-feira, 21/03/2012.

                               Obama e o secretário do interior Ken Salazar perfazem seu trajeto na cidade

Fonte: Revista UFO.