Montanha K2 - Cordilheira Caracórum
terça-feira, 17 de abril de 2012
A inclinação da Terra em seu eixo continua a mesma?

Por Gério Ganimedes
A Terra
parece estar inclinando em seu eixo e as contradições das pesquisas
sobre aquecimento global só estão colaborando para a revelação da
verdade. Como sempre a mentira enrosca-se em si própria, revelando-se da
forma mais vergonhosa possível.
Segundo os resultados de uma nova pesquisa publicada na revista Nature Geoscience, a cobertura de gelo nas montanhas de Caracórum (Karakoram)
– uma das grandes cadeias de montanhas da Ásia, de repente cresceu nos
últimos anos. Isto contradiz a tendência geral de redução das geleiras
observada em muitas partes do mundo, e as geleiras nas regiões vizinhas
continuam derretendo.

O
Caracórum é uma cordilheira na fronteira entre Paquistão, China e
Índia, localizada nas regiões de Gilgit, Ladakh e Baltistão. É uma das
grandes cordilheiras da Ásia, por vezes considerada parte do Himalaia,
embora tecnicamente não o integre. Caracórum significa "cascalho negro"
em turcomano, devido ao fato de que diversas de suas geleiras estão
recobertas por aquele material. A cordilheira inclui mais de 60 picos
acima dos 7 000 m, inclusive o K2, o segundo maior monte do planeta, com 8 611 m.

Os
geólogos acreditam que a razão para tal anomalia poderia ser uma
mudança nas condições climáticas: o Caracórum recebe menos calor do que
outras partes do Himalaia, e nevascas na região são mais intensas. O estudo publicado no domingo (15/04/2012) na revista Nature Geoscience também disse que a cordilheira de Karakoram, no Himalaia tem contribuído menos para a elevação do nível do mar do que se pensava. A pesquisa da Universidade de Grenoble da França estima que as geleiras Karakoram, como também são conhecidas ganharam em torno de 0,36 metros para 0,72 metros por ano entre 1999 e 2008. Especialistas da universidade disseram: "Nossa conclusão de que as geleiras Karakoram tiveram um ganho de massa pequena no início do século 21 indica que as geleiras Centro-Orientais não são representativas em todo Himalaia".

Mais uma vez as pesquisas recentes parecem estar comprovando, ou “uma grande mentira da mudança global climática” ou só vêm a colaborar com minha teoria de que uma inclinação da Terra, em seu eixo, está fazendo com que o Norte do globo "fique de pé" ou "normalize a inclinação", mais adiante invertendo a inclinação para o outro lado, fazendo com que ocorram mudanças significativas nas latitudes
do planeta – ou seja, baixas latitudes começam a ganhar altas
latitudes. Esta mudança faria com que regiões que são mais quentes
começassem a esfriar rápidamente à medida que ficam mais “próximas” do Pólo Norte.
No entanto isso, não é um movimento rápido, estas mudanças levam tempo
para acontecer, mas penso estar em processo de desenvolvimento há
alguns anos e agora está acelerando, pois estamos sentindo através dos
termômetros, bússolas e por nosso céu o quanto significativa é esta
inclinação. Podem ser segundos, minutos e até mesmo horas no relógio de
inclinação do globo. Estas mudanças talvez tragam a tona explicações
para variações de ângulo, na observação de nosso satélite natural - lua,
assunto pelo qual vários leitores, sites, blogs e até mesmo alguns
astrônomos amadores vêm observando, desastrosas migrações de espécies
marítimas e terrestres, como baleias, golfinhos e pássaros.

Vegetação prolifera na Antártica a medida que o gelo derrete
As
estrelas, as quais nossos antepassados se utilizavam, para guiá-los
através dos mares, mudaram de posição e já não são mais a bússola da
vez. Podemos observar facilmente estas anomalias celestes quando olhamos
para o Cruzeiro do Sul (Crux Australis
em Latim- figura associada às suas quatro principais estrelas nem
sempre esteve ligada ao símbolo máximo católico-cristão. Na antiguidade,
suas estrelas eram consideradas como parte do Centauro - em suas patas
traseiras, por parte do povo grego e somente a partir das Grandes
Navegações, com as épicas viagens ibéricas aos mares do Sul, suas
estrelas foram definitivamente associadas à imagem da cruz de Cristo. É
uma das mais importantes das 88 constelações reconhecidas oficialmente
pela U.A.I. — União Astronômica Internacional) e
percebemos que ele já não aponta mais para o mesmo lugar. Na Antártica
regiões que antes eram cobertas de gelo, estão alem de derretidas,
proliferando vida e vegetação, o que indica que provávelmente, nossa
Antártica está subindo a níveis latitudinais ou, como referencia mais
grosseira, aproximando-se do “grau zero” ou Linha do Equador, em escala pequena, no entanto gradual e ininterrupta.

Inclinação da Terra 23,45°
Penso que na verdade o eixo está ficando em pé, ou seja levantando-se
"O Pião está ficando de pé"
"O Pião está ficando de pé"
Quero dizer a vocês, e ninguém vai convencer-me do contrário, de que estamos sim “inclinando”
e esta mudança, mesmo em curto prazo causará perdas e mudanças em todo o
clima, vegetação, relevo e vida na Terra, mas parece que isso não é uma
visão boa diante dos cientistas. Tais mudanças têm repercuções de nível
financeiro internacional, por isso nada é falado e nada é revelado.
Fica muito mais fácil culpar os países que estão tentando emergir da
região de rebaixamento financeiro ou paises pobres que tentam progredir,
como os únicos responsáveis – países estes, que através de falsas
pesquisas e estudos pagos e financiados por grandes “Impérios
Empresariais”, são apontados por grupos de especilistas, como os grandes
culpados do “aquecimento”, que na verdade é um evento natural e cíclico da Terra.

A medida que a inclinação aumenta (diminui se tomarmos como referência que esta ficando de pé)
as estações estão se modificando e perdendo a referência do Sol
Nas eras do gelo, do fogo e do “eskambau”, como diz meu amigo Eilha, não tínhamos indústrias “jurássicas”
poluindo o planeta, no entanto ele naturalmente passou por mudanças
climáticas rigorosas que extinguiram quase toda a vida do planeta. Então
meus senhores, detentores da verdade e única palavra, estudem as
mudanças reais e nos apresentem verdades. A cada dia que passa, está
ficando mais vergonhoso. Tanto estudo científico para nenhuma conclusão
de alto nível ou no mínimo aceitável. No mundo atual basta dizer que
estudou em Harvard que já se torna detentor do mérito, da verdade e da única palavra.
“A verdade virá à tona, cedo ou tarde, seja sendo revelada pelo degelo da mentira ou pelo congelamento dos mentirosos”.
Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
domingo, 15 de abril de 2012
Leituras, reflexões, dúvidas, e mais perguntas....
Olá caros leitores do Blog Raro é
Você!
Outro dia ganhei de um amigo, um
livro de sua religião: O Livro do Mórmon. Este me pediu para ler com atenção os
livros de Moisés e Abrão.
Já quero dizer, inicialmente, que
não sou religiosa, e não me considero adepta a nenhuma crença. Sou uma
questionadora. Uma buscadora da luz do conhecimento. Não aceito verdades
impostas, mas buscas baseadas em fatos e evidências.
Enfim... li as passagens que me
foram solicitadas e um pouco mais. Vi que muita coisa era como a que já está
escrito na Bíblia, no Livro do Gênesis.
Após ter lido isso, e também
alguns outros livros como: O Crepúsculo dos Deuses e A História está Errada, de
autoria do escritor suíço Erich Von Daniken, O 12º Planeta, de Zecharia
Sitchin, alguns livros bíblicos, e o livro Jesus Extraterrestre, de autoria do
escritor brasileiro, Leo Mark, e ainda, assistido a vários documentários nos
canais History Channel, Discovery e National Geographic, fiz a reflexão que se
segue:
Talvez o "Deus" que a
maioria imagina, não seja um ser espiritual e onipresente. Mas sim alguém de
carne e osso (Moisés 1:11, Gênesis 1:26-27, Gênesis 3:22), que tem emoções
(Moisés 7:28-29), sentimentos (Moisés 7:15) e necessita de alimento (Gênesis
4:3-5), como nós humanos. Afinal, fomos criados a imagem e semelhança de alguém
(Moisés 2: 26-27, Abrão 4:26-27). Seres estes, até mesmo, vingativos (Moisés
7:10, Gênesis 3:23, Gênesis 4:12, Gênesis 6:6-7, e várias outras passagens). E
esse alguém, um dia, retornará para, talvez, selecionar a humanidade, em razão
de uma nova era (Moisés 7:61-62,65), com já foi feito antes (Moisés 8:30,
Joseph Smith - Matheus 1: 41, 43).
E esses seres querem nossas
súplicas, para que não haja violência ou dor sobre nós, para que eles tenham
piedade de nós em razão de suas forças, suas "armas destrutivas"
sobre nós (Joseph Smith - Matheus 1:17), e ainda, nos dizem conselhos sobre
como nos prepararmos para sua chegada (1:47).
Que "deuses" são esses que pregam súplicas e louvores? Não seria egocentrismo?
E por que aniquilar a sua criação? Por que salvar apenas alguns, escolhidos (Moisés 7:61)? E quem serão esses escolhidos? Será apenas a linhagem de Noé? E será que faremos parte dessa linhagem? E se não formos, seremos condenados?
Que "deuses" são esses
tão vingativos? Não haveria outro modo de mudar a nossa sociedade, talvez pela
consciência? Usando, quem sabe, a telepatia? Ou quem sabe ainda, mudar a
sociedade por outro método tecnológico, que não utilize da morte, violência ou
destruição?
Que tipo de estágio evolutivo se encontram esses seres, para virem aqui, e novamente se vingarem da raça humana? Raça que eles mesmos produziram? Que "espírito" de "benevolência" ronda esses seres? Não me parecem que veem ajudar a toda humanidade, mas apenas alguns poucos escolhidos (meu povo eu "preservarei").
Se eles criaram tanta tecnologia
antiga ou escrituras rupestres, que só agora estamos encontrando e
interpretando, por que fariam isso para que entendêssemos a sua vinda, a sua
obra e autoria, de que já estiveram aqui, e depois voltem para nos destruir
novamente?
Depois que entendermos tudo, e talvez pudéssemos até mudar a nossa consciência, por que nos levariam a destruição?
Não eram eles que queriam que entendêssemos
que fomos criados por eles? Eles não querem a nossa evolução, é isso? Têm medo
que atinjamos o seu estágio evolutivo tecnológico? Sinceramente, não entendo
onde eles querem chegar nos destruindo novamente...
Talvez mostrarem que tem poder sobre nós, que nós não podemos ultrapassar os limites evolutivos, para que não alcancemos o universo, ou talvez, façamos como eles; alcancemos outros mundos, ainda primitivos, e repetimos a história. Que espécie de pai ou mãe matariam seus filhos caso eles não os obedecessem ou não alcançassem o nível de consciência esperado por eles? Acredito que pai ou mãe nenhum (a) faria tal atrocidade, porque amam seus filhos, mesmo eles não sendo bons ou exemplares.
Que espécie de amor (se é que
existe amor, nesses seres) ronda esses criadores?
Se eles criaram outros mundos, com outros Adãos, fizeram o mesmo que fizeram conosco a esses outros seres nesses outros mundos (Moisés 1:33)?
Se eles criaram outros mundos, com outros Adãos, fizeram o mesmo que fizeram conosco a esses outros seres nesses outros mundos (Moisés 1:33)?
Com o quê
estamos lidando? Com seres que comandam a galáxia conforme a sua conveniência (Moisés
1:31), sem pensar que esses seres e mundos tem sentimentos, vida, amor?
Não sei... Mas se existe um SER
SUPERIOR a esses seres, e que tenha benevolência infinita, por que não nos protege
deles? Por que não os impede de fazer essas atrocidades com suas criações? Por
que não os impede de serem considerados deuses, sendo que ELE é o ser SUPREMO?
Não entendo... Espero que, se existir um SER SUPERIOR a esses seres, ELE possa
impedir novamente essa atrocidade! E revele-se SUPERIOR a esses, que nos
criaram.
Essas são minhas dúvidas e minhas ponderações sobre o que li do Livro de Mórmon, mas também da Bíblia, dos livros de Erich Von Daniken (Crepúsculo dos Deuses e a História está errada) e de Zecharia Sitchin ( O 12º Planeta).
Espero que alguém me ajude a solucioná-las na
RACIONALIDADE, e não na FÉ OU CRENÇA!
Abraços!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Terremoto da Indonésia Atinge Grau Zero – Linha do Equador Direitos Reservados
Ilustração - montagem: Gério Ganimedes
Por Gério Ganimedes
Um
terremoto de 8,6 graus na escala Richter atingiu nesta quarta-feira o
oeste da ilha de Sumatra, na Indonésia, de acordo com o Serviço
Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), entidade que
monitora a atividade sísmica no mundo. O USGS informou inicialmente que o
tremor era de 8,9 graus, revisando em seguida para 8,7, até chegar
agora a 8,6 graus. Um alerta de tsunami foi emitido para todos os países
do Oceano Índico logo após o tremor, mas foi cancelado por volta das
9h50, sem informações de danos em nenhuma localidade. Fonte da notícia e informações das agências EFE e AFP.
Comentário do Autor
A atividade
sísmica prossegue na região da Sumatra, com réplicas ou tremores
secundários na média de 5,1 graus na escala Richter a cada 20 minutos
aproximadamente e com profundidades relativamente pequenas. Os abalos se
originam numa média de 10 km de profundidade, no entanto o que chamou a
atenção para este evento geológico em particular foi que o epicentro do
terremoto atingiu o “grau zero” do globo ou linha do Equador. Isto
poderia estar indicando uma provável inclinação no eixo da Terra, já que
a zona atingida está diretamente ligada ao centro de equilíbrio do
nosso planeta. A chamada “barriguinha da Terra”, como já observado em postagens anteriores, mostrava-se dilatada indicando uma suposta anomalia de inclinação do globo.
Como
este tremor aconteceu numa região de falha entre placas tectônicas,
poderia estar indicando um abalo ainda mais forte, já esperado e
previsto por cientistas japoneses, na região conhecida com “círculo de fogo do pacífico”. As características deste abalo, em particular, demonstram que aquelas variações bruscas, que nossas bússolas
estão apresentando, já não tem apenas ligação com o polo magnético da
Terra, mas sim com movimentos geográficos de nosso planeta em relação ao
eixo e isto está fazendo um ajuste natural nas placas tectônicas.
Estamos atentos...
Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
sábado, 7 de abril de 2012
Culto à carga
Ilustração da visão de Ezequiel, de acordo com a Bíblia.
O que é um "culto à carga"? O termo refere-se ao fenômeno etnológico da vida real, que ocorre quando uma sociedade tecnologicamente primitiva entra em contato com uma sociedade tecnologicamente mais avançada.
Em incontáveis ocasiões documentadas, os etnólogos ( indivíduo especialista em etnologia, ou seja, aquele que estuda os povos e etnias, suas culturas,características, etc) observaram que, se visitantes tecnologicamente avançados vivem entre culturas tecnologicamente - e não intelectualmente! - primitivas por pequenos períodos de tempo e, então, partem logo depois, a tecnologia avançada de porcas e parafusos dos visitantes leva a população nativa a encarar esses humanos bem comuns como deuses e começam a adorá-los. Em muitas ocasiões, durante sua estadia, os visitantes interagiriam com a população nativa, dando-lhes bens e alimentos - carga! Após a partida desses "deuses", a cultura nativa presume que eles retornarão se praticarem adoração, sacrifício e emulação intensos. Exemplos de um comportamento assim podem ser encontrados nas regiões do Pacífico Sul, durante a 2ª Guerra Mundial. Por que esse fenômeno é tão importante?
É importante porque, se um comportamento de culto à carga ocorre ainda hoje, então é uma conclusão mais do que lógica de que tal comportamento também ocorreu milhares e milhares de anos atrás. Esse fenômeno ilustra a premissa básica da clássica Teoria do Astronauta Antigo: milhares e milhares de anos atrás, extraterrestres de carne e osso tecnologicamente avançados chegaram à Terra em espaçonaves de porcas e parafusos. Intelectualmente falando, nossos ancestrais não eram estúpidos (tinham essencialmente o mesmo cérebro que temos hoje); porém, seu sistema de referência tecnológico ser limitado, não compreendiam os aspectos materiais por trás da chegada desses extraterrestres de carne e osso, e, assim, nossos ancestrais acharam que eram seres de natureza divina, o que, naturalmente, os visitantes, não eram. E, então, os "deuses" nasceram. De um simples (contudo, imenso!) erro de interpretação.
Segundo textos e tradições antigos, há muito, muito tempo atrás, os deuses (com "d" minúsculo) desceram do céu e instruíram a humanidade em várias disciplinas. Por que é tão difícil acreditar, vivendo em uma cultura tão rica em metáforas, que nossos ancestrais extraíram comparações similares? Será que realmente é repreciso forçar a imaginação de que o quer que tenha sido descrito nos textos antigos não seja nada mais do que a descrição de extraterrestres de carne e osso mal interpretados, que aqui chegaram em espaçonaves reais?
A corrente principal da Ciência acredita que sim. Eles acreditam que todas essas histórias e tradições antigas são invenções da imaginação de nossos ancestrais e que todas essas lendas são apenas fantasias. Mas uma coisa pode realmente ser criada do ar?
Durante muitos anos, Giorgio A. Tsoukalos frequentou um internato internacional nas montanhas da Suíça. Depois da ruptura da União Soviética, sua escola deu as boas-vindas a alguns estudantes novos da antiga URSS. Segundo ele, lembra-se de estar na aula de artes e o trabalho, para aquele dia, era desenhar um "castelo imaginário", um "castelo dos sonhos" flutuando nas nuvens com torres brilhantes e formas arquitetônicas magnificentes. Esse projeto levou toda a classe a um estado de excitação, e começaram a desenhar com entusiasmo desenfreado. Todo mundo; exceto os três novos colegas russos. Nenhum deles chegou a tocar em seus lápis. Ficaram sentados à frente de suas grandes folhas de papel vazias. "Qual é o problema?" perguntou o professir. "O que é um castelo imaginário? Com o que ele se parece? Nunca vimos nenhum. E como nunca vimos, não podemos desenhá-lo". Que reação extraordinária!!!
Esse incidente sublinha um ponto: se algum coisa não foi vista, então não pode ser inventada. Tradução: É impossível imaginar alho, se os elementos básicos estiverem faltando. Nada acontece sem a centelha inicial de inspiração, sem um catalizador. Portanto, mitologias, lendas, contos, qualquer coisa - que a ciência atual considera como simples invenções fantasiosas da imaginação de nossos ancestrais - possivelmente não podem ser todas invenções infundadas ou simples ficção da imaiginação de alguém. Muito pelo contrário! Alguma coisa tinha que estar lá, em primeiro lugar, para agir como catalisador, o elemento básico que deu início à história. Algo aconteceu aos nossos ancestrais; eles testemunharam alguma coisa que os compeliu a contar esses eventos em suas tradições.
Acho que todos nós concordaríamos que é impossível criar uma equação algébrica sem conhecer o básico da matemática. Isso não pode ser feito. Neste cenário, os elementos da matemática básica representam a centelha incial anteriormente mencionada, o catalisador. Tudo o mais se segue muito naturalmente, depois.
Diz-se que toda a lenda tem um núcleo de verdade. É este núcleo que representa o elemento básico, o catalisador. Sem este elemento, ou inspiração inicial, nada é possível. Portanto, se uma coisa desse tipo aconteceu aos colegas russos de Giorgio, vivendo no século XX, então por que algo semelhante não poderia ter acontecido aos nossos ancestrais muitos milhares de anos atrás? A Teoria do Antigo Astronauta mostra que aconteceu.
Precisamos nos lembrar que, quando todas essas lendas e histórias foram escritas pela primeira vez, a própria arte da escrita era uma invenção totalmente nova. Nossos ancestrais perceberam muito rapidamente que esta nova invenção era uma ferramenta muito poderosa para preservar o conhecimento. Será que é relamente lógico pensar que as primeiras histórias e lendas escritas por nossos ancestrais eram invenções? Naturalmente que não! Por quê?
Nossos ancestrais viveram em um tempo carregado de incertezas e agitação. A ordem do dia mais importante era a pura sobrevivência, a coleta de alimentos e a procura de abrigo. Assim, uma conclusão lógica é a de que o primeiro povo a dominar a palavra escrita tinha coisas melhores a fazer do que sentar-se ao redor do fogo, ficar bêbado e inventar histórias! "Que história vamos inventar essa noite, para que possamos meticulosamente entalhá-la em uma pedra?" Mas é exatamente isso que a Ciência atual propõe: todas as histórias antigas foram criadas para que os contadores de histórias pudessem "enfrentar" o mundo e seus arredores. Considero esse tipo de pensamento um insulto à inteligência de nossos ancestrais.
Ouvi dizer que é a Teoria do Antigo Astronauta que insulta nossos ancestrais, porque "enfraquece a ingenuidade humana". Eu lhe pergunto: quem exatamente está insultando a inteligência e a ingenuidade de nossos ancestrais ao pomposamente insistir que seus registros são "falsos" ou que "eles cometeram erros ao registrarem algumas datas",. etc? Muito certamente não é a Teoria do Antigo Astronauta.
Com a invenção da palavra escrita, pela primeira vez na história humana, as pessoas foram capazes de registrar permanentemente os eventos mais significativos de seu tempo. Exatamente como tempos hoje os livros e os jornais, nos quais falamos de coisas que são importantes para nós, por que teria sido diferente para nossos ancestrais?
Por exemplo: os nativos americanos ainda hoje se referem ao trem como "cavalo de fogo", um retrocesso ao tempo em que eles não tinham a palavra "trem" em seu vocabulário. O mesmo se aplica às coisas e eventos escritos por nossos ancestrais. Eles não tinham nenhum nome para um objeto voador, como "aeronave" ou "avião", de modo que eles usaram o que melhor tinha à mão: descreveram os objetos com aquilo que estavam mais familiarizados em suas vidas diárias. Tecnologia mal interpretada. Assim, se há descrições intricadas e detalhadas de seres que desceram do céu em escudos voadores ou carruagens ardentes e ensinaram várias disciplinas acadêmicas à humanidade no passado remoto, então precisamos começar a explorar esses relatos de outra perspectiva.
O que eles imortalizaram naquela época foi a sua história! As suas vidas! Diligentemente registraram e tentaram circunscrever eventos que realmente aconteceram com eles (ou com seus ancestrais). Não se preocuparam com o fato de que "cientistas" do futuro iriam relegar seus escritos ao domínio do simbolismo e da fantasia. Esse tipo de atitude pomposa mostra um grande desrespeito em relação aos nossos ancestrais, não a ideia que os extraterrestres apareceram aqui na Terra milhares de anos atrás.
Daqui a quinhentos anos, depois de estabelecer bases permantes na Lua e em Marte, a humanidade irá se aventurar na exploração do espaço profundo. Uma de nossas espaçonaves eventualmente chegará a um planeta com vida inteligente. E se a vida inteligente que encontrarmos for tecnologicamente primitiva? O que faremos? Daremos meia volta e a estudaremos de longe? Sim, talvez por um mês ou dois. Mas, depois de a termos estudado e dominado sua linguagem (como os etnólogos fazem todos os dias), faremos contato físico com eles, porque, bem, é isso o que fazemos: nós bisbilhotamos as coisas, porque não conseguimos evitar. Interferiremos em seu desenvolvimento cultural. Iremos guiá-los na direção tecnológica. Vamos lhes dar um empurrãozinho. Iremos ensinar-lhes algumas coisas. Vamos conscientizá-los do essencial da Ciência e de várias disciplinas acadêmicas.
E muitas, muitas gerações depois de nossa partida, nossa "antiga" visita será encarda como mito e fantasia, porque os relatos de nossa visita nos textos antigos foram julgados como "não científicos" pelos muits espertos cientistas dessa sociedade. (Há muito tempo, os deuses desceram do céu e ensinaram nossos ancestrais! etc.). Então, tal sociedade terá também alcançado um desenvolvimento tecnológico "avançado", que a levará à exploração do espaço profundo. Mas nossa visita física será encara como uma invenção de seus ancestrais e relegada ao domínio da mitologia equivocada, porque é "absurdo" ler a história antiga como registros de eventos reais. Isso lhe lembra alguma coisa? E assim o ciclo recomeça...
Um dia, em um futuro não muito distante, nós também nos tornaremos Antigos Astronautas, em algum planeta distante. Assim, por que isso não poderia ter acontecido aqui na Terra, milhares e milhares de anos atrás? A resposta é autoevidente e é hora de mudarmos nossa atitude arrogante e abrirmos nossas mentes para o que realmente aconteceu em nosso passado cósmico.
Giorgio A. Tsoukalos. Diretor do Center for Ancient Astronaut Research/A.A.S.R.A. Editor da Lengendary Times Magazine. Texto retirado do Livro O Crepúsculo dos Deuses - o calendário Maia e o retorno dos extraterrestres, de Erick Von Daniken.
A Páscoa...Aliás...
Decidi que tinha que colocar esse texto do blog Liberdade Mental, do Rodrigo Morais, depois de um feriado regado a fanatismo religioso e pouquíssimo conhecimento, e negação do mesmo.
É triste ver o quanto a religião ainda cega as pessoas, ainda as manipula e domina suas mentes... é triste perceber que "os seres humanos tem olhos, mas não enxergam, tem ouvidos, mas não ouvem"... e nem mesmo querem ver ou ouvir... Permacem na caverna de Platão, acreditando apenas em sombras refletidas na parede, imaginando, serem estas, a única verdade existente, sem olhar para a luz! Como dividir opiniões com quem está vedado pela ignorância imposta, manipulada por atos que decidiu-se chamar de fé, e baseada em princípios que se dizem louvavéis?
Pois bem, decidi que tinha que partilhar com alguém. E este pode ser você que lê esse texto agora. Pelo menos alguém sai da escuridão, da ignorância cega imposta pelas religiões do mundo, e abre os olhos para o conhecimento, para a LUZ! Vamos lá!
Ah! Enfim a "Pascoa", e dá-le ovos de chocolate ...
Hoje a Pascoa significa mais uma data comercial capitalista. Ou seja, mais uma data para se faturar.
Bom, então o que tem nessa história de "Pascoa" afinal ???
Páscoa - do hebraico Pessach, פסח significando"passagem" do grego Πάσχα .
Embora acredita-se representar o momento da "ressurreição de Jesus Cristo", o festival da Páscoa existia em tempos pré-cristãos (inclusive muito antes) e, de acordo com o famoso "santo cristão" Venerável Beda (672-735 AD / CE), foi o nome (Teutônico/Alemão) para deusa Eostre, que era a "deusa do amanhecer" e que simboliza a fertilidade encontrada em abundância durante a primavera do ano (Ver CE, V, 224; Weekley, 491).
Em relação à antiga deusa da fertilidade, em como a história da Páscoa cresceu de Evangelho a Evangelho, o Dr. Rolland E. Wolfe, professor de Literatura Bíblica na Case Western Reserve University, relata:
"Nos panteões politeístas da antiguidade que habitualmente havia um rei ou chefe dos deuses, e também uma contrapartida do sexo feminino que foi considerado como sua esposa. Esta deusa-mãe era uma das divindades mais importantes do antigo Oriente Próximo. Ela foi chamada por vários nomes, como Ishtar, Athtar, Astarte, Astarote, Antit, e Anat. Esta deusa mãe sempre foi associada com a fertilidade humana. No decorrer do tempo, Maria estava a tornar-se identificada com esta deusa-mãe antiga, ou talvez deve-se dizer que Maria estava prestes a suplantá-la em determinados círculos cristãos". (Wolfe, 234).
Ishtar é a deusa dos acádios ou Nammu, dos antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egípcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos fenícios. Mais tarde esta deusa foi assumida também na Mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera. É irmã gêmea de Shamash e filha do importante deus Lua - Sin, e é representada pelo planeta Vênus. O Portão de Ishtar da Babilônia é considerado uma das maravilhas do mundo.
A Páscoa é uma data "móvel", prática comum na Astrologia. Ou seja, nada mais que outra data pagã Astro-teológica como o nascimento de Jesus. Ela é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara, e na Terceira Lua cheia do ano! se você duvida, vá dar uma olhada no calendário lunar. Amanhã, 06 de de Abril é a terceira lua cheia do ano sem contar é claro com a de 09 de Janeiro que pertence ao ciclo lunar anterior. É também a primeira Lua cheia após o equinócio de primavera.
Hoje a Pascoa significa mais uma data comercial capitalista. Ou seja, mais uma data para se faturar.
Bom, então o que tem nessa história de "Pascoa" afinal ???
Páscoa - do hebraico Pessach, פסח significando"passagem" do grego Πάσχα .
Embora acredita-se representar o momento da "ressurreição de Jesus Cristo", o festival da Páscoa existia em tempos pré-cristãos (inclusive muito antes) e, de acordo com o famoso "santo cristão" Venerável Beda (672-735 AD / CE), foi o nome (Teutônico/Alemão) para deusa Eostre, que era a "deusa do amanhecer" e que simboliza a fertilidade encontrada em abundância durante a primavera do ano (Ver CE, V, 224; Weekley, 491).
Em relação à antiga deusa da fertilidade, em como a história da Páscoa cresceu de Evangelho a Evangelho, o Dr. Rolland E. Wolfe, professor de Literatura Bíblica na Case Western Reserve University, relata:
"Nos panteões politeístas da antiguidade que habitualmente havia um rei ou chefe dos deuses, e também uma contrapartida do sexo feminino que foi considerado como sua esposa. Esta deusa-mãe era uma das divindades mais importantes do antigo Oriente Próximo. Ela foi chamada por vários nomes, como Ishtar, Athtar, Astarte, Astarote, Antit, e Anat. Esta deusa mãe sempre foi associada com a fertilidade humana. No decorrer do tempo, Maria estava a tornar-se identificada com esta deusa-mãe antiga, ou talvez deve-se dizer que Maria estava prestes a suplantá-la em determinados círculos cristãos". (Wolfe, 234).
Ishtar é a deusa dos acádios ou Nammu, dos antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egípcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos fenícios. Mais tarde esta deusa foi assumida também na Mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera. É irmã gêmea de Shamash e filha do importante deus Lua - Sin, e é representada pelo planeta Vênus. O Portão de Ishtar da Babilônia é considerado uma das maravilhas do mundo.
A Páscoa é uma data "móvel", prática comum na Astrologia. Ou seja, nada mais que outra data pagã Astro-teológica como o nascimento de Jesus. Ela é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara, e na Terceira Lua cheia do ano! se você duvida, vá dar uma olhada no calendário lunar. Amanhã, 06 de de Abril é a terceira lua cheia do ano sem contar é claro com a de 09 de Janeiro que pertence ao ciclo lunar anterior. É também a primeira Lua cheia após o equinócio de primavera.
Ostara é o primeiro dia da Primavera, ocorre cerca de 21 de Setembro no hemisfério Sul e 21 de Março no hemisfério Norte. O inicio da primavera marca também a volta do Sol e uma época do ano em que dia e noite tem a mesma duração depois do inverno. Para os wiccans é o despertar da Terra com sentimentos de equilíbrio e renovação. Ostara, também conhecida como Eostre (Deusa Anglo-Saxã, que significa Deusa da Aurora) ou Easter (Pascoa, em inglês), pois a pascoa no hemisfério norte é realizado nesta época, são deusas da primavera, da ressurreição e renascimento e tem como símbolo o coelho.
Percebe-se então, que essa "festa pagã" astro-teológica acontece de fato nessa data apenas no hemisféio norte. Ou seja, a "pascoa" como tal, no hemisfério sul deveria acontecer em Setembro. Mas, já que a maioria não entende nada desse tipo de assunto, o que vale é a festa. Até porque, no Brasil tudo é motivo de festa, samba e carnaval ...
Esse dia celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Semiramis, a fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz. Opa! Mas a Páscoa não celebra a morte e ressureição de Jesus? Semiramis é uma deusa do panteão babilônico de milhares de anos antes do nascimento de Jesus.
Obs : Pomba = "Columbidae" origina-se do termo latino para pomba ou columbus - de Columbia Pictures, Distrito de Columbia em Washington D.C, por isso a sigla D.C. (Washington, District of Columbia). O ônibus espacial Columbia. Universidade de Columbia. Entre outros tantos ...
Percebe-se então, que essa "festa pagã" astro-teológica acontece de fato nessa data apenas no hemisféio norte. Ou seja, a "pascoa" como tal, no hemisfério sul deveria acontecer em Setembro. Mas, já que a maioria não entende nada desse tipo de assunto, o que vale é a festa. Até porque, no Brasil tudo é motivo de festa, samba e carnaval ...
Esse dia celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Semiramis, a fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz. Opa! Mas a Páscoa não celebra a morte e ressureição de Jesus? Semiramis é uma deusa do panteão babilônico de milhares de anos antes do nascimento de Jesus.
Obs : Pomba = "Columbidae" origina-se do termo latino para pomba ou columbus - de Columbia Pictures, Distrito de Columbia em Washington D.C, por isso a sigla D.C. (Washington, District of Columbia). O ônibus espacial Columbia. Universidade de Columbia. Entre outros tantos ...
A "Sexta de Páscoa" (sexta feira da paixão ou sexta feira santa) tem uma historica relação com a terceira lua cheia a partir do início do ano. Isso esclarece porque é uma data "Astro-teológica".
A história de Maria mãe de Jesus é apenas uma RE-adaptação pagã Cristã da história original de Semiramis mãe de Tamuz. Esse papo de Maria ser virgem e ter dado a luz à uma criança divina não foi a primeira. Muitas "Marias" cópias de Semiramis ocorreram antes. Vejamos:
A história de Maria mãe de Jesus é apenas uma RE-adaptação pagã Cristã da história original de Semiramis mãe de Tamuz. Esse papo de Maria ser virgem e ter dado a luz à uma criança divina não foi a primeira. Muitas "Marias" cópias de Semiramis ocorreram antes. Vejamos:
- Babilônia - Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua.
- Chineses - Shing-Moo - Santa mãe chinesa.
- Druidas - Virgo Paritura.
- Saxões - Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã.
- Egito - Ísis do Egito antigo - deusa da fertilidade.
- Efésios - Diana - a deusa da Lua.
- Etruscos - Nutria.
- Alemães (antigos) — Herta. Gregos — Afrodite ou Ceres.
- Índia - Isi / Indrani.
- Judeus - Astarte - Filha de Baal. Rainha dos Céus, deusa da Lua e da fertilidade.
- Hindú - Devaki mãe de Krishna.
- Roma - Vênus / Fortuna. Deusa do amor.
- Escandinavos - Disa.
- Gregos - Hemera, personificava a luz do dia e o ciclo da manhã. Cibele da Frígia, "Mãe dos Deuses" ou Deusa mãe, simbolizava a fertilidade da natureza.
- Sumérios - Inana Deusa do amor e da fertilidade. Era irmã do deus-sol Utu. É cognata das deusas semitas da Mesopotâmia (Ishtar) e de Canaã (Asterote e Anat), tanto em termos de mitologia como de significado.
Compreendendo o sepultamento de três dias, a descida ao inferno, e a "ressurreição", a celebração da Primavera de "Easter" representa o período do equinócio vernal, quando o sol está "pendurado em uma cruz", composto dos dias e noites de igual comprimento.
Depois de uma "batalha árdua" para a supremacia sobre a noite ou escuridão, o Sol RE-surge triunfante, "o nascer de novo" ou "ressuscitado" como um "homem", caminhando para a "sua força total no solstício de verão".
Esse " Sol da Justiça" refere-se a Jesus, como supostamente profetizado no último livro antes do Novo Testamento, em Malaquias (4:2):
" Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria."
Jesus é a simbologia como o " Sol da Justiça", a colocação de sua "ressurreição" na Páscoa, e sua associação com o "Sol todo glorioso, no leste", refletem o seu papel solar, servindo como sinais inequívocos de Jesus sendo ele próprio "o deus do Sol". Na verdade, "Páscoa" ou o equinócio vernal verdadeiramente representam a ressurreição da "Luz do Mundo" - O SOL - trazendo consigo a fertilidade da primavera.
Depois de uma "batalha árdua" para a supremacia sobre a noite ou escuridão, o Sol RE-surge triunfante, "o nascer de novo" ou "ressuscitado" como um "homem", caminhando para a "sua força total no solstício de verão".
Esse " Sol da Justiça" refere-se a Jesus, como supostamente profetizado no último livro antes do Novo Testamento, em Malaquias (4:2):
" Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria."
Jesus é a simbologia como o " Sol da Justiça", a colocação de sua "ressurreição" na Páscoa, e sua associação com o "Sol todo glorioso, no leste", refletem o seu papel solar, servindo como sinais inequívocos de Jesus sendo ele próprio "o deus do Sol". Na verdade, "Páscoa" ou o equinócio vernal verdadeiramente representam a ressurreição da "Luz do Mundo" - O SOL - trazendo consigo a fertilidade da primavera.
Segundo o Dr. Andrew T. Medo, professor de História Clássica Antiga da Universidade de Manchester: "O jovem Attis após seu assassinato foi miraculosamente trazido à vida novamente três dias depois de sua morte. A celebração deste ciclo de morte e renovação era um dos mais importantes festivais ritualísticos. Attis, portanto, representou uma promessa de renascer da vida".
Cibele considerada como uma "deusa-virgem", rivalizando assim com Maria, tornou-se uma divindade do ciclo de vida-morte-renascimento ligada à ressureição do filho e amante Áttis.
Havia também rivalidade nos rituais. O "clímax" das celebrações à Áttis (ressurreição), ironicamente "coincidiu" de ser no dia 25 de março, data em que a igreja Católica políticamente teria resolvido que afinal seria o dia da morte de Cristo, o "messias salvador". Lembrando que os rituais destinados à Attis são muito mais antigos que o próprio Cristianismo. Para ser históricamente mais exato, os cultos a Attis começaram em 1200 a.C.
O mais irônico ainda é que se fosse a morte de uma pessoa, teria de ser em um dia específico, mas a Páscoa como sendo considerada "a data" da morte e ressurreição de Jesus, ocorre entre 22 de Março e 25 de Abril do calendário Gregoriano, ou seja, uma data "móvel" compreendendo mais de 30 dias em virtude da mudança de uma Estação do ano à outra. Completamente contraditório não?!!
Cibele considerada como uma "deusa-virgem", rivalizando assim com Maria, tornou-se uma divindade do ciclo de vida-morte-renascimento ligada à ressureição do filho e amante Áttis.
Havia também rivalidade nos rituais. O "clímax" das celebrações à Áttis (ressurreição), ironicamente "coincidiu" de ser no dia 25 de março, data em que a igreja Católica políticamente teria resolvido que afinal seria o dia da morte de Cristo, o "messias salvador". Lembrando que os rituais destinados à Attis são muito mais antigos que o próprio Cristianismo. Para ser históricamente mais exato, os cultos a Attis começaram em 1200 a.C.
O mais irônico ainda é que se fosse a morte de uma pessoa, teria de ser em um dia específico, mas a Páscoa como sendo considerada "a data" da morte e ressurreição de Jesus, ocorre entre 22 de Março e 25 de Abril do calendário Gregoriano, ou seja, uma data "móvel" compreendendo mais de 30 dias em virtude da mudança de uma Estação do ano à outra. Completamente contraditório não?!!
O "Christos" não só seria o triunfar do Sol sobre sobre as
trevas, mas é também a luz do sol refletida na Lua. A Lua cresce e
mingua mensalmente. Portanto, a Lua cheia também representa "ressurreição".
Que a data da morte e ressurreição de Jesus é baseada em
astro-teologia, não há dúvidas, pois está fartamente demonstrada nas
discussões dos "criadores da igreja antiga", incluindo os escritores da
Alexandria ou Cronicas pascais, também chamado de "Easter Chronicle". Nesses textos, os autores passam um tempo significativo cálculando as datas adequadas para a Páscoa, com base em considerações Astrológicas.
Ou seja, uma representação de um fenômeno astrológico natural de Equinócio vernal, personificando um arquétipo "divino" (de vinho/sangue - linhagem sanguínea) ritualístico para simbolizar os dias mais longos (mais vida) no hemisfério terrestre - A Primavera!
Já o uso do "Ovo" na Páscoa é bastante antigo e em todas as mitologias pré-cristãs simbolizou a idéia de "ressurreição" ou renascimento. Claro que coelhos não botam ovos, mas procriam rapidamente, isso por "cima" já simboliza a fertilidade "sexual" e o Ovo simboliza nascimento e renovação (o ovo de Ishtar).
Todo culto aos deuses é feito através de rituais. Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais relacionava-se a libações e outras ofertas corporais. O ritual mais importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos e os escondiam e enterravam em tocas nos campos.
Simbologia Astro-teológica pagã sexual ...
Enfim ... o conhecimento é muito importante, pois assim você pelo menos entende "a piada". E ri de algo que realmente entendeu. (rs ...).
Ou seja, uma representação de um fenômeno astrológico natural de Equinócio vernal, personificando um arquétipo "divino" (de vinho/sangue - linhagem sanguínea) ritualístico para simbolizar os dias mais longos (mais vida) no hemisfério terrestre - A Primavera!
Já o uso do "Ovo" na Páscoa é bastante antigo e em todas as mitologias pré-cristãs simbolizou a idéia de "ressurreição" ou renascimento. Claro que coelhos não botam ovos, mas procriam rapidamente, isso por "cima" já simboliza a fertilidade "sexual" e o Ovo simboliza nascimento e renovação (o ovo de Ishtar).
Todo culto aos deuses é feito através de rituais. Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais relacionava-se a libações e outras ofertas corporais. O ritual mais importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos e os escondiam e enterravam em tocas nos campos.
Simbologia Astro-teológica pagã sexual ...
Enfim ... o conhecimento é muito importante, pois assim você pelo menos entende "a piada". E ri de algo que realmente entendeu. (rs ...).
Fontes:
http://www.bibliotecapleyades.net/mistic/religionsplanetearth15.htm
http://stellarhousepublishing.com/easter-resurrection.html
http://www.bibliotecapleyades.net/mistic/krishna01.htm
http://fratermagister.blogspot.com.br/2008/03/pscoa.html
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=17421
http://www.bibliotecapleyades.net/mistic/religionsplanetearth15.htm
http://stellarhousepublishing.com/easter-resurrection.html
http://www.bibliotecapleyades.net/mistic/krishna01.htm
http://fratermagister.blogspot.com.br/2008/03/pscoa.html
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=17421
Texto retirado do Blog Liberdade Mental.
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