Em 18 de julho passado, a NASA publicou a foto de um enorme buraco que foi encontrado na superfície de Marte. A agência colocou a seguinte nota com a foto:
Explicação: O que teria criado este buraco anormal em Marte? O buraco foi descoberto por acaso em imagens dos declives empoeirados do vulcão Pavonis Mons de Marte, que foram obtidas pelo instrumento HiRISE, a bordo do satélite robótico Mars Reconnaissance Orbiter, que atualmente orbita Marte. O buraco aparenta ser uma abertura para uma caverna subterrânea, parcialmente iluminada na direita da imagem. A análise disto e as imagens posteriores revelaram que a abertura tem 35 metros de diâmetro, enquanto o ângulo da sombra interior indica que a caverna tenha aproximadamente 20 metros de profundidade. O porquê de uma cratera circular ao redor deste buraco ainda é assunto para especulação, bem como a extensão total da caverna logo abaixo. Buracos como este são de especial interesse, porque seus interiores são relativamente protegidos das intemperes da superfície de Marte, tornando-os bons candidatos para abrigar vida marciana. Assim, esses buracos são um alvo importante para futuros robôs de exploração, e até mesmo para humanos exploradores interplanetários .
Em maio deste ano, o pesquisador brasileiro Rodney Gomes apresentou à Sociedade Americana de Astronomia um estudo que reacendeu a discussão em torno da existência do Planeta X.
Para os que ainda não sabem, o Planeta X é um corpo celeste hipotético que teria o aproximado do planeta Júpiter. Segundo a ‘mitologia’ suméria, que chama o Planeta X de Nibiru, ele poderia passar tão perto da Terra que talvez até causaria uma destruição total.
Mas voltando aos nossos tempos, o astrônomo Rodney Gomes, que trabalha no Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, encontrou problemas na pesquisa. Assim, ele está refazendo os cálculos que o levaram a acreditar na possibilidade de que um planeta quatro vezes maior que a Terra estivesse orbitando a 225 bilhões de km do Sol.
Inicialmente, o pesquisador analisou as órbitas de 92 objetos do Cinturão de Kuiper e comparou os resultados com modelos computacionais de como os corpos deveriam ser distribuídos, levando em consideração a presença e a ausência de um planeta adicional. Sua conclusão foi que se não existisse um planeta distante, as órbitas de seis dos objetos estudados não seriam tão alongadas. Essas perturbações poderiam ser justificadas pela presença de um companheiro solar de massa-planetária.
Porém, o astrônomo disse que em seus cálculos originais ele não calculou a perturbação de estrelas passantes, as quais também poderiam causar alterações.
“Considerar as estrelas passantes pode mudar o resultado dos cálculos, mas também pode ser que não mude o fluxo dos objetos“, disse o astrônomo, ainda em fase de pesquisa para alterar o estudo.
Gomes disse que esperava uma reação maior da comunidade científica, e que a questão das estrelas passantes não foi apontada por ninguém na ocasião.
“A existência dessa companheira, contudo, não é nada absurda. Toda estrela pode ter uma companheira, há de 5% a 10% de chance“, disse Gomes.
O astrônomo disse que ainda está à procura de uma alternativa para refazer os cálculos e isso irá demorar menos tempo do que a maneira clássica de integração numérica, que deveria levar pelo menos seis meses.
O tempo vai passando... Continuo me perguntando; o que ELES sabem que nós não sabemos?
O que ELES, os da casa grande, esperam e não estão nos contando?
Para que serve preservar como uma moderna ARCA DE NOÉ na Noruega, 4.500.000 espécies em uma geladeira congeladas para sempre?
Esperam passar por alguma catástrofe/destruição para poder reconstruir depois?
Ninguém investe 10.000.000 (este valor certamente deve ser muito maior) a troco de "preservar as sementes para sempre"? Para sempre? Para que serviria isso? A 125 metros de profundidade? Excentricidades? Patrimônio da humanidade ou da milenar casa grande?
A nação sempre esteve envolvida com a questão ufológica e pesquisa abertamente o tema
A partir da direita, os astronautas Jing Haipeng, Liu Wang e Liu Yang, a primeira mulher astronauta da China
Ufólogos do país acreditam que seres extraterrestres rastrearam a primeira mulher astronauta da China quando disparou para o espaço no mês passado, em 16 de junho. O incidenteaconteceu depois que a nave espacial tripuladaShenzhou 9 decolou e saiu da atmosfera, a uma altitude de cerca de 15 mil metros. Câmeras de vídeo com infravermelho capturaram dois objetos não identificados que se deslocavam rapidamente após o foguete.
Isso provocou um debate acalorado entre os partidários da vida alienígena e os mais céticos. "O que mais eles podem ser se não UFOs? Foram mais rápidos do que o foguete!", disse um investigador. Observadores no lançamento disseram não ter visto as luzes misteriosas cruzarem o caminho do foguete rumo à estação espacial Tiangong 1, em órbita a 343 km acima da Terra. Mas a decolagem foi transmitida ao vivo pela TV por toda a China e os telespectadores foram rápidos o bastante para detectarem o avistamento por fração de segundo - dois objetos brilhantes voam horizontalmente na frente do foguete.
Este não é o primeiro encontro da China com os UFOs, porém isso não seria um negócio tão grande se a Shenzhou 9 não estivesse transportando três seres humanos que incluíram Liu Yang, primeira astronauta feminina da China. Especialistas da área ainda não têm nenhuma explicação para o fenômeno.
CRÉDITO: BORNEO POST-SOTT
Dois objetos misteriosos (circulados) foram capturados em vídeo durante a decolagem da Shenzhou 9
Eles já descartaram a possibilidade de aves, pois a espaçonave não estava em uma atmosfera respirável. Além disso, a maior altitude gravada para um pássaro foi de 11.552 m, em 1975. "Os objetos não poderiam ter sido pássaros porque eles tinham que estar muito quentes para serem capturado pelas câmeras infravermelhas. Aves e seres humanos têm o mesmo calor do corpo, de modo que não aparecem tão brilhantes quanto aquelas luzes", disse Wang Sichao, pesquisador do observatório Purple Mountain em Nanjing, província de Jiangsu.
Wang também descartou a possibilidade de estrelas, porque nenhuma foi visível durante o lançamento. Os objetos estranhos não poderiam ser peças da nave porque todo mundo as viu rasgarem na parte de trás do foguete e caírem na Terra, enquanto os UFOs estavam em frente do foguete.
"As câmeras estão instaladas em terra, mas eu não sei onde. Se elas não estavam perto do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan (no deserto de Gobi), então os objetos poderiam ser aviões ou talvez as luzes da superfície. Há também muitas outras possibilidades", acrescentou Wang, que prometeu investigar o "Arquivo X" um pouco mais.
"Eu não posso ter certeza, essas coisas foram baseadas num curto tempo de sua aparição", disse o mais pessimista, Zhang Yunhua, da Beijing UFO Research Society. "Mas eu me lembro que a mesma coisa aconteceu no lançamento do Shenzhou 5 e 6. Poderiam ser apenas insetos voando na frente das câmeras terrestres".
Enquanto isso, outro UFO foi relatado no mês passado, quando oito misteriosos objetos luminosos foram vistos rodando o Proton Briz-M após a sua decolagem. A sonda estava carregando o satélite de telecomunicações Nimiq 6 a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para o espaço sideral.
CRÉDITO: MYXNEWS
Outro frame de tela, com os possíveis UFOs em outra posição
No dia 29 de junho, sexta-feira, os EUA foram atingidos por uma intensa tempestade de vento, batizada de "derecho". A tormenta castigou os estados de Indiana, Ohio, Virgínia, Distrito de Columbia, Maryland e partes de Nova Jersey. Segundo o Centro de Previsão de Tempestades, SPC, os ventos chegaram a 155 km/h.
Mais de 3 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica e diversos servidores de dados estão incomunicáveis até este momento (domingo, 10h00), entre eles alguns centros da Nasa. Devido à falha na conexão, as imagens do Sol da página de atividade solar do Apolo11 estão desatualizadas.
A foto ao lado foi feita pelo meteorologista Samuel Shea dá uma ideia do tamanho da tormenta. Ela mostra o sistema de baixa pressão se desenvolvendo acima dos céus de Chicago, em 29 de junho de 2012.
Lapso de tempo horário de 29 junho de 2012 derecho norte-americana. Criado com screenshots do Weather Underground (www.wunderground.com).
O Timelapse é de sexta-feira, June 29, 2012 4PM EDT a sábado, June 30, 2012 5AM EDT.
Esta derecho atravessou por vários estados, incluindo Illinois, Indiana, Ohio, Kentucky, West Virginia, Pennsylvania, Maryland, Virginia, Washington, D.C., Delaware e New Jersey ao longo da parte da tarde, fim da tarde, noite, e tardias horas da noite de sexta-feira, June 29, 2012.
Parte do NOAA-NWS-NCEP Site (About Derechos)do Centro de Previsão deTempestadepreparado por Robert H. Johns, Jeffry S. Evans, e Stephen F. Corfidi (com a ajuda de muitos outros)
Para comentários sobre "About Derechos," contato Stephen Corfidi
A frente de rajada "arcus" nuvem na dianteira de um sistema de tempestade produção de derecho. A foto foi tirada na noite de julho 10, 2008 em Hampshire, Illinois como derecho se aproximava da área metropolitana de Chicago. O derecho havia formado em torno do meio-dia no sul de Minnesota.
Definição de uma DERECHOUma derecho (pronunciado semelhante à "deh-REY-cho" em Inglês, ou pronunciada foneticamente como "") é generalizada como tempestade vida longa de vento que está associada com uma banda de chuvas rapidas e em movimento ou trovoadas.
Embora uma derecho possa causar destruição semelhante à de tornados, o dano é tipicamente dirigido em uma direção ao longo de uma faixa relativamente simples.
Como resultado, o termo "em linha reta de danos provocados pelo vento" às vezes é usado para descrever os danos derecho. Por definição, se a faixa de danos provocados pelo vento se estende por mais de 240 milhas (cerca de 400 quilómetros) e inclui rajadas de vento de pelo menos 58 mph (93 km/h) ou maior ao longo do seu comprimento, em seguida, o evento pode ser classificado como um derecho.
Origem do termo "derecho"A palavra "derecho" foi cunhada por Dr. Gustavus Hinrichs, um professor de física na Universidade de Iowa, em um artigo publicado no American Meteorological Journal in 1888. Um extracto que define a partir do papel pode ser visto nesta figura
mostrando um cruzamento derecho em Iowa em 31 de julho de 1877. Hinrichs escolheu esta terminologia para tempestade induzidas de ventos em linha reta como um analógico para a palavra tornado.
"Derecho" é uma palavra espanhola que pode ser definida como "direta" ou "sempre em frente." (Clique aqui para ouvir uma pronúncia da palavra "derecho"). Em contraste, a palavra "tornado" é considerado por alguns, incluindo Hinrichs, ter sido derivadas da palavra em espanhol "tornar", que significa "girar". Porque derecho é uma palavra espanhola, o termo plural é "derechos;" não há letra "e" depois da letra "o".
Uma web page sobre Gustavus Hinrichs foi criado por Ray Wolf do Davenport, Iowa National Weather Service Forecast Office. A página fornece informações sobre o contexto Hinrichs ", e em seu desenvolvimento do termo" derecho "no final de 1800. A página de Wolf também discute brevemente como o termo "derecho" entrou em uso mais comum nos últimos anos.
Eventos extremos nos EUA são prova da mudança climática
04 de Julho de 2012
Incêndio em torno da cidade de Colorado Springs, Estados Unidos. Foto: Charles McCain
O clima bizarro do começo do verão nos EUA – com ondas de calor, incêndios, secas e tempestades aterrorizantes - é apenas uma amostra do que está por vir em 2012 e uma janela para o futuro das mudanças climáticas, dizem os cientistas.
Eles são cautelosos em relacionar eventos meteorológicos específicos às mudanças climáticas, já que o calor castigante e as tempestades letais deste ano se limitaram às Américas. Europa, Ásia e África não tiveram um clima severo neste ano - apesar de o terem experimentado nos últimos anos.
Mas a seqüência de condições meteorológicas extremas oferece em tempo real a prova das conseqüências da mudança climática, disse Kevin Trenberth, diretor de pesquisa climática doCentro Nacional para Pesquisa Atmosféricano Colorado – local onde estão ocorrendo incêndios florestais devastadores.
"Estamos certamente vendo a mudança climática em ação", disse ele. "Este ano tem sido excepcionalmente anormal nos Estados Unidos."
Jeff Masters, diretor de meteorologia do site Weather Underground,contou à Democracy Now: "O que estamos vendo agora é o futuro. Veremos muito mais tempo deste tipo, bem mais impactos como o que estamos testemunhando nessa série de ondas de calor, incêndios e tempestades”.
E acrescentou: "Isto é apenas o começo."
O exemplo principal desta rodada de tempo bizarro é a atual onda de calor. Sozinho, o mês de junho quebrou cerca de 3.215 recordes para a temperatura máxima diária. Na terça-feira, cidades como Saint Louis chegaram a 5 dias consecutivos escaldadas por temperaturas acima de 100 graus Fahrenheit (37,8 graus Celsius). Quinta-feira passada, Saint Louis registrou 108 graus Fahrenheit (42,2 Celsius), a temperatura mais alta em quase 60 anos.
"Historicamente, isso vai acabar sendo um dos julhos mais quentes de todos os tempos", disse Harold Brooks, pesquisador de meteorologia doLaboratório Nacional de Tempestades Severas, em Oklahoma.
As altas temperaturas também chegaram mais cedo neste verão, disse ele. As ondas de calor normalmente não se formam até julho.
Mas este foi um ano de recorde de calor. Desde o início do ano, os Estados Unidos tiveram mais de 40.000 registros recorde calor e menos de 6.000 registros recorde de temperaturas mínimas, de acordo com aNOAA(Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera).
Normalmente, os cientistas esperariam que os números dos dois extremos fossem semelhantes, mas os recordes de temperatura máxima ganharam numa razão próxima de 7 para 1.
Condições de temperaturas tão voláteis, já no início do ano, contribuíram para formar a Derecho, um letal tempestade que varou a região de Washington DC, com ventos páreos a furacões, matando cerca de 22 pessoas. Brooks disse que esta foi uma das tempestades mais poderosas do gênero na história recente.
Enquanto isso, do outro lado do país, condições de seca extrema através de uma vasta faixa do oeste americano levaram a um surto de mega-incêndios no Arizona, Colorado e Novo México.
Os incêndios do Colorado, na periferia das cidades de Colorado Springs e Boulder, destruíram mais de 650 casas.
E não houve sinal de alívio. Fora alguns bolsões geográficos, como o norte de Minnesota, o estado de Washington, e a Nova Inglaterra, as temperaturas ao longo de uma larga faixa dos Estados Unidos apontaram para temperaturas recorde, disse Brooks.
A estação está gerando preocupação com a saúde pública. Pelo menos 3 pessoas, todas nas faixas de 70 e 80 anos, morreram em St Louis desde a semana passada por causa de doenças relacionadas ao calor, afirmaram autoridades médicas.
Na área metropolitana de Washington DC, onde quedas de energia devido à furiosa tempestade pioraram os efeitos de uma onda de calor, as autoridades abriram unidades de resfriamento nas escolas e centros comunitários para aqueles sem acesso ao ar-condicionado.
"Preparem-se para um verão longo e quente", disse Trenberth.
Os cientistas britânicos descobriram a lendária Atlântida. Eles afirmam que há oito mil anos entre a Dinamarca e a Escócia existiu um país, em que se erguiam cidades, vivia gente. Mas a mudança global do clima fê-la abandonar os seus lares e a terra firme sumiu-se mais tarde nas águas do mar do Norte.
Foram os mergulhadores de uma companhia petrolífera, que explora o espaço aquático da plataforma continental, que encontraram o “mundo naufragado”. Eles acharam arpões, instrumentos de silício, outeiros antigos e mostraram os seus achados aos especialistas da Universidade de Saint Andrews. Os cientistas manifestaram a suposição de que outrora aí viviam dezenas de milhares de pessoas. Este trecho ligava a Escócia à Dinamarca e foi absorvido pelas águas em resultado de um cataclismo natural, que talvez fosse um tsunami. Aliás, é também possível que a população local saísse daí por causa da alteração do nível do Oceano Mundial, provocada por processos climatéricos.
A versão dos britânicos desperta grandes dúvidas, afirma Andrei Velichko, chefe do laboratório da geografia evolucionária do Instituto de Geografia junto da Academia de Ciências Russa.
"No mar do Norte não houve descidas tão bruscas do fundo ou da terra. Mas na época do máximo da glaciação aí se deu a regressão do oceano. O seu nível baixou 130 metros. Mas não existe nenhuma prova disso, salvo a extensão das geleiras pelo espaço aquático que secava. A última etapa deste processo ocorreu há cerca de 20 mil anos, enquanto que a data de existência da Atlântida, encontrada lá, é de cerca de 8 mil anos. Portanto, trata-se de um fenômeno totalmente diferente."
No entanto, os cientistas britânicos estão cheios de entusiasmo. O catedrático Richard Bates da Universidade de Saint Andrews afirma que a Atlântida, encontrada no mar do Norte, ocupava uma área de 800 mil quilómetros quadrados e que a sua parte central era mais ou menos igual ao território da França. Os cientistas chegaram a fazer um modelo da flora e da fauna do país afundado. Acham que as condições de vida neste país eram muito confortáveis. Os especialistas pretendem restabelecer proximamente a configuração deste território com ajuda da tecnologia de modelação computadorizada.
Os pesquisadores empenham-se dezenas de anos na busca da Atlântida. Surgiu, inclusive, uma disciplina científica especial – a “atlantologia”, que reúne e sintetiza quaisquer informações sobre a Atlântida. No mapa-múndi existem pelo menos quinze pontos, em que se encontrava, supostamente, o misterioso continente. Pode-se apontar, como exemplos, o espaço aquático entre a Espanha e o Marrocos, as ilhas Baleáricas, a região de Ilhas dos Açores, o arquipélago de Canárias, o mar Negro, os Andes e o Brasil. De acordo com uma outra versão a Antártida é precisamente a Atlântida desaparecida. O autor desta última, o escritor inglês Graham Hancock, afirma no seu livro Os vestígios dos deuses que a Antártida teria se deslocado para a região do pólo Sul em resultado de um deslocamento litosférico. Antes disso, ela se encontrava mais perto do equador e não estava coberta com os gelos. Tinha o clima quente, flora e fauna ricas, estava povoada, no seu território havia numerosas cidades, algumas das quais se vêem nas fotografias, feitas a partir de satélites. Mas esta suposição contradiz os conceitos científicos sobre os deslocamentos geológicos dos continentes.
É também possível que a Atlântida seja tão somente um mito, cujo autor é filosofo da Grécia antiga Platão. Foi precisamente ele o primeiro a falar nos seus diálogos da ruína da ilha lendária dos “atlantes” que tinha descido um dia para o fundo do mar. O famoso grego apontou, baseando-se em certas lendas, que esta catástrofe tivesse ocorrido há nove mil anos, isto é, em meados do décimo milênio a.C. Aliás, nos diálogos de Platão nada se diz sobre o mar do Norte, onde os cientistas britânicos teriam descoberto o continente lendário. O filósofo apontava o oceano Atlântico na qualidade de local da ruína da Atlântida.
Nos EUA, na Eslováquia e na Polônia, durante uma semana, foram observados OVNIS na mesma altura.
Três bolas vermelhas se moviam a grande velocidade no céu noturno, embora a trajetória dos objetos não coincidisse com as trajetórias de qualquer aeronave existente na Terra. Em pouco tempo, os objetos voadores conseguiram cobrir uma distância de 10.000 quilómetros.
Na Internet foram publicados vídeos feitos por testemunhas que confirmam o surgimento simultâneo de OVNIS em pontos da Terra situados a grande distantância uns dos outros.