"Quando você chegar ao seu futuro, vai culpar o seu passado"? (Robert Half)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mais teorias sobre Nibiru



O Dr. Valery Uvarov, diretor da Internacional UFO Network da Russia e membro da Academia de Segurança Nacional da Russia, faz um estudo desta nova visão sobre Nibiru, relatada em seu novo livro “Pirâmides”.

Regressemos ao Egito, ao Vale dos Reis. Vamos visitar a tumba de Ramsés VI, um faró da 20ª dinastia, durante o período do Reino Novo. Vamos até dentro e abaixo, até a parte alta do nivel J, na parte central da parede direita. Aqui está a imagem que nos interessa:


Um fragmento do Livro da Terra, parte A, cena 7, da tumba de Ramsés VI no Vale dos Reis.

Esta imagem contêm várias camadas de informação mas nos centraremos, no momento, no principal.

A figura no centro da composição está coberta com tinta amarela. Goteja sêmen de seu falo na cabeça da pequena figura humana. Que associações traz a sua mente? Os egiptólogos pensaram o mesmo.

A figura no centro é o sol, por isso a cor amarela dourada de seu corpo. O falo e o sêmen fazem alusão à concessão da vida! Veja mais uma vez, atravessando o centro da figura existe uma linha curva, que é uma órbita. Passa pelo terceiro chakra (plexo solar), que é uma indicação direta do número da órbita. Dois planetas se mostram nesta órbita: um na parte frontal da figura, e o outro atrás.

Esta composição indica claramente que na órbita da Terra (a terceira desde o Sol) dois planetas estão em movimento: a Terra e outro corpo. O Sol olha para a Terra, o tamanho (massa) da qual é menor que o tamanho do planeta que está atrás do Sol. Está situado diametralmente oposto a nós, atrás do Sol.  

Pelo que não podemos vê-lo! É evidente que os egipcios estavam tratando de estabelecer a perpetuação da informação obtida dos Neferu. Portanto, não só sobreviveu nas paredes de tumbas no Vale dos Reies, como tambem na cosmogônia Pitagórica de Philolaus, quém afirmou também que atrás do Sol (ao que chamou de “Hestia” – o lar) havia um corpo similar ao nosso proprio planeta: a Contra-Terra.

A distância desde a Terra a a Contra-Terra é tão grande que, tendo em conta o tamanho do Sol e os efeitos que produz, um grande corpo celeste pode de perder no espaço atrás do Sol, invisível durante longos períodos de tempo. Veja a imagem:


O sistema Terra – Sol – Contra-Terra. A área invisível atrás do Sol é igual a 600 vezes o diâmetro da Terra.
A distância media desde a Terra ao Sol é de 149.600.000 km, e a distância desde o Sol à Contra-Terra é a mesma, ja que está na órbita da Terra atrás do Sol. O diâmetro do Sol é 1.390.600 km. ou 109 diâmetros da Terra (o diâmetro equatorial é de 12.756 km). Se somarmos a distância desde a Terra ao Sol e do Sol para a Contra-Terra, tendo em conta o diâmetro do Sol, temos uma distância total da Terra para a Contra-Terra de 300.590.600 de km., ou 23.564,6 vezes o diâmetro da Terra.

Portanto, é espaço mais que suficiente para que o misterioso planeta fique oculto. Os astronautas americanos que voam para a Lua não poderiam visualizar o planeta. Para isto, teriam que viajar 10-15 vezes mais longe.

Para convencer de que outra vida inteligente está muito próxima, mas não onde os astrônomos estão buscando, necessitamos fotografar a seção correspondente da órbita da Terra. O telescópio espacial SOHO, que constantemente fotografa o Sol, está próximo da Terra e assim não pode, em principio, ver o planeta atrás do Sol, a menos que mude sua posição uma vez mais, como o fez a fins de 1600 devido às poderosas tormentas magnéticas do Sol.